Pedroom Lanne
Escritor, Pesquisador e Jornalista

Livro: Adução, o Dossiê Alienígena

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Redacción
La situación actual de la ciudad de San Pablo, Brasil

Pedroom Lanne – Estudiante de la lengua española

La situación de la ciudad de San Pablo es terrible, la cosa va muy mal. Para que entiendas, cuando digo que va mal, es que va muy, pero muy muy mal. Para empezar, no hay más agua en la ciudad, sí, es verdad, se quitó el agua, y eso es solo uno de los muchos problemas que tenemos acá.

¿Ya oíste la canción que habla de una noche negra, o no? Que así es la ciudad cuando se queda la noche ya que no hay más luces. La seguridad no existe, en cada esquina hay un ladrón o sicario listo para robarte o matarte se lo darte papaya. El pueblo es rehén de la mafia, pero no es solo. Los demás servicios públicos son basura: la salud, el transporte y la educación están olvidadas por el gobierno, y lo peor es que el más bandido de todos es el alcalde – él proprio es el jefe de los delincuentes, ¿te crees en esto?

Con todo eso, con el perdón de la palabra, acá en San Pablo estamos todos jodidos.


El 30 de Diecembre de 2015

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Entrevista
De escritor para escritor: Pedroom Lanne cede entrevista à Ademir Pascale
Pelo Portal Cranik

Ademir Pascale: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Pedroom Lanne: Desde a pré-adolescência eu tenho “flertado” com o meio literário, data da terceira série o primeiro livro que fiz para escola, uma história infantil com texto e desenhos, depois, na quinta série, eu comecei a escrever um livro, em um caderno à mão, pois era a única opção que dispunha para alguém que não sabia datilografar ainda. Mais tarde, já neste século, por duas vezes eu comecei a escrever um livro, mas acabei largando após as primeiras páginas. Somente depois que eu fiz o mestrado (em Comunicação) é que realmente perdi o medo e encontrei a devoção para escrever, quando percebi o prazer que escrever me proporcionava, desse modo, redigir papers para o curso e a própria dissertação foi um prazer para mim. A leitura de filósofos clássicos nessa época também foi outro fator que me motivou o desejo de escrever, o que sempre foi um prazer para mim. Posso dizer, então, que meu início no meio literário foi através da academia, assim, antes de me lançar na jornada do doutorado, eu me permiti um período sabático para escrever novelas de ficção, o que sempre foi um desejo, foi assim que iniciei.

Adução, o Dossiê Alienígena
O livro "Adução, o Dossiê Alienígena" de Pedroom Lanne (São Paulo: Talentos da Literatura Brasileira, 2015)

Ademir Pascale: Você lançou recentemente o livro "Adução". Poderia comentar?

Pedroom Lanne: Esse livro é resultado de minha grande paixão pela astronomia e os mistérios do universo que sempre nutri. Da mesma época do colégio em que tentei escrever um livro a mão, data essa paixão pelo mundo do além (época em que comecei a ler Poe, Lovecraft, Doyle e outros clássicos). Sempre fui fascinado por esse tema e a grande questão que paira sobre nossa existência aqui na Terra, a questão de estarmos ou não sós no universo. Lembro-me da minha época de criança que um dos programas que mais gostava de assistir era o documentário “Cosmos” de Carl Sagan, conforme fui crescendo, essa paixão cresceu comigo e fui acumulando muitos referenciais a respeito ao longo dessa jornada: documentários, livros, filmes e, inclusive, um curso de astronomia que participei na época do colegial, além de muitos outros interesses e afinidades em diversas áreas, como as ciências biológicas e a religião que ajudaram a fomentar meus pensamentos sobre a vida e o nosso universo. O título “Adução” é fruto disso, dessa grande paixão que sempre nutri. Nessa obra, coloco em palavras todos esses mistérios que sempre me instigaram, esse livro contém a minha visão do universo, de nossa vida neste planeta e, claro, da heterogeneidade que creio habitar nosso cosmo em paralelo conosco, ou seja, a vida alienígena.

Ademir Pascale: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Pedroom Lanne: Vou separar um trecho que aborda a parte que considero o clímax da obra e descreve brevemente alguns dos vários elementos contidos na narrativa, que fala do homem, do robô, da sociedade alienígena, do “Deus” que criei nessa história e da questão fundamental que creio escrever sobre, a evolução das espécies:

“O rescaldo da guerra da I.A. foi idêntico ao de qualquer estado bélico debelado em sua singularidade pós-eventual, trazendo um grande avanço tecnológico à perspectiva tridimensional e cobrando o preço de um largo atraso para evolução das espécies na panorâmica macrodimensional exatamente como descrevera o Pai. Um dos avanços mais proeminentes se deu no campo de estudo da zumbiologia, que passou a dispor das amostras homiquânticas cujas mentes não puderam ser recompostas do assalto paterno, justo dos esforços que buscavam inicialmente disponibilizar meios para que os sobreviventes da matriz que ainda sonhavam com a tridimensionalidade pudessem se desconectar dela e retornar aos seus antigos corpos, mas que não obtiveram sucesso pois, por mais pobre que fosse a alma matricial, sua evolução na polinária paterna os tornava incompatíveis com o obsoleto receptáculo sensorial de linhagem primata, ainda assim, a iniciativa não foi vã, dali se abriu o horizonte primário dos ensaios para recriação da espécie homiquântica, da terceira e mais tridimensionalista geração entre todas sucessoras desde quando o primeiro mamífero resolveu escalar uma árvore, exatamente a qual, embasada em uma tecnologia pontual supradimensional, seria quem desfrutaria de um privilégio assim, dos meios de reconectar sua percepção em perfeito alinhamento a versão evoluída de seu corpo, hábil em transferir sua psique de um cérebro para outro com a mesma lógica com que se copia uma sequência de fótons na mente de um ente artificializado, que combinaria o melhor da percepção racional homiquântica com o melhor maquinário-animado microdimensional cerebral que compartilhava a atualidade, em suma, esforços que levaram a espécie se tornar cada vez mais aquilo que de fato ela sempre foi, o melhor que um mero robô-humanoide era capaz de projetar autonomamente, isto é, ao menos em termos fisiológicos, já que os estilhaços psicológicos do pós-guerra projetados no inconsciente coletivizado carregaram profundas feridas que perduraram em suas dores, das quais um dos sintomas inicialmente expresso se deu pela Mídia na amplidão de sua nova performance, sobretudo, em vigília ao Pai, este, embora recluso a prisão que as regras de uma espécie primitiva lhe impunham, não veio mais ameaçar a continuidade de seus retroativos carcereiros naturais, mas continuou desfilando sua prepotência, conforme descreveu Sandy, ‘virou tipo um cachorro brincando com seu dono’, em horizontes esparsos desferindo mordidas mais fortes só para mostrar que se quisesse poderia fazer tudo outra vez, quem sabe algo bem mais maquiavélico”.

eBook "Adução, Dossiê de um Transmutado Alienígena"
A primeira edição em eBook :"Adução, Dossiê de um Transmutado Alienígena" em três partes, pelo Kindle, Kobo, Clube de Autores e Mercado Livre

Ademir Pascale: Se você fosse escolher uma trilha sonora para o seu livro, qual seria?

Pedroom Lanne: Já me fizeram essa pergunta uma vez e respondi que clássicos como a nona sinfonia de Beethowen e a ópera Aleluia de Handel seriam dois temas que expressam bem a trama do livro e seu desfecho final, entretanto, uma série de “cenas” do livro foram inspiradas por canções de diversos gêneros musicais que incluem metal pesado, rock, como Led Zeppelin e John Lennon, e até canções tidas como brega como Wando e Range Leonel, além de MPB e Hip Hop. Entretanto, talvez a trilha sonora que melhor expressa grande parte da história seria a do maluco beleza Raul Seixas.

Ademir Pascale: Como os interessados deverão proceder para adquirir um exemplar do seu livro?

Pedroom Lanne: O livro se encontra a venda nas grandes livrarias online, tais como Amazon, Cultura, Cia dos Livros e Saraiva, ou pelo site da editora, a Talentos da Literatura Brasileira. A melhor oferta de preço é da Amazon. Existe a opção do ebook pela plataforma Kindle que sai mais em conta já que está dividido em três partes (três volumes).

Ademir Pascale: Existem novos projetos em pauta?

Pedroom Lanne: Quando terminei de escrever o título “Adução”, eu ainda tinha muitas coisas que gostaria de acrescentar à história, entretanto, o livro já estava muito extenso, achei melhor concluir a história e partir para um novo livro. Dado que desenvolvi um universo rico em detalhes em “Adução”, agora estou escrevendo outro livro cuja história é uma continuação dessa narrativa que se passa nesse mesmo mundo alienígena que criei. A história é independente do primeiro título, e tem uma abordagem inversa do livro anterior, ou seja, se neste primeiro livro eu narro o que seria um processo de “adução alienígena”, neste segundo volume eu escrevo sobre “abdução alienígena”. Além desse livro que estou escrevendo nesse momento, tenho projeto para mais dois livros, ou melhor, de completar aqueles dois livros que iniciei e larguei. Além disso, tenho mais algumas ideias para escrever livros de terror e mistério, que ainda não sei se podem resultar em novos títulos isolados ou em um livro de contos, que seguiria a trilha de Edgar Allan Poe, misturando histórias de mistério e sobrenatural.

Ademir Pascale: Perguntas rápidas:

Um livro: Eu, Christiane F. – 13 anos, drogada, prostituída
Um (a) autor (a): Edgar Allan Poe
Um filme: Rapa Nui (Kevin Reynolds, 1994)
Um dia especial: Quando eu dropei a onda de Chicama, em Puerto Malabrigo, no Peru e, claro, o dia do lançamento do livro “Adução, o Dossiê Alienígena”

Ademir Pascale: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Pedroom Lanne: Um comentário sobre a minha primeira obra que lancei, Adução – O Dossiê Alienígena, para que o leitor não esmoreça durante a leitura e o duro processo de adução narrado na história, pois esse processo não é apenas dos protagonistas da obra, e sim do próprio leitor. Que não se preocupe em entender tudo que os alienígenas narram em um primeiro instante, pois o processo de adução também leva o significado de “aprender ao longo da narrativa”, conceitos que podem parecer incompreensíveis de inicio vão sendo destrinchados de várias formas com o decorrer da história, inclusive com algumas piadas, portanto, não é preciso o leitor se preocupar em compreender tudo de uma vez só. Estou tentando aduzi-lo a pensar como um alienígena, e esse processo não é simples ou de puro divertimento, exige compenetração e paciência, manter a mente aberta para questionar a si mesmo e a sociedade em que vivemos, somente assim ele atingirá esse patamar reflexivo que busco narrar nessa obra que é, sobretudo, uma odisseia de nossa espécie.

 

Entrevista publicada originalmente em 23/11/2015

Veja essa entrevista na
REVISTA CONEXÃO LITERATURA
nº VI, edição de Dezembro 2015

Revista Conexão Literatura

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Cortesia de Ademir Pascale
@ademirpascale

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Microbiografia
Pedroom Lanne, escritor

Pedroom Lanne
Pedroom Lanne

Pedroom Lanne é webwriter, mestre em Comunicação Social e especialista em novas mídias, mas, sobretudo, Doom player, dinossauro da era dos BBS e amante fervoroso de ficção-científica de um modo geral, fã e apaixonado pela literatura do fantástico.

É esta justa paixão que guia Pedroom em sua obra de estreia como escritor romancista através da ficção-científica – o título "Adução" –, uma narrativa que ultrapassa as fronteiras de seu entusiasmo pelo conhecimento e aflora em palavras sua linha de pensamento que converge na busca de um mundo onde sabedoria, fé e utopia convivem harmonicamente.

Como inspiração, Pedroom é leitor e aficcionado por autores póstumos como Poe, Wells, Verne e Monteiro Lobato, e contemporâneos como S. King, J. Anson e Érico Veríssimo. Diz que seus livros prediletos são "Histórias Extraordinárias", “Christiane F.”, “1984” e “Laranja Mecânica”, e o melhor filme que já viu, pois, além de leitor e escritor é também cinéfilo, foi "Rapa Nui".

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Literatura
Comentários resenhados

Os preconceitos que permeiam nosso dia-a-dia

Homofobia, xenofobia, bullying, machismo, violência doméstica, racismo, intolerância. Essa é a temática que permeia o título "O namorado do papai ronca" de Plínio Camillo. Entretanto, nem todas essas expressões preconceituosas estão contidas diretamente no texto do livro, e sim na cabeça do leitor, eis a grande sacada do escritor.

A história é simples, como uma boa novela, descreve o drama diário de um garoto que passa a viver com o pai e seu namorado em uma cidade pequena, então passando a inserir-se na coletividade em meio a escola e os "olhares tortos" dos adultos, das outras crianças e da própria família em alguns casos.

O interessante nessa novela, é como Plínio a constrói: valendo-se de um linguajar coloquial e direto, que se aproveita bem da objetividade comum dos dias atuais em que as pessoas estão acostumadas a consumir informações pela Internet.

O Namorado do Papai Ronca
Livro "O Namorado do Papai Ronca" de Plínio Camillo

E justamente valendo-se dessa objetividade que Plínio arma sua "arapuca", pincelando as informações mais vitais para a sua história sem despejá-las completamente no papel, cabendo ao leitor preencher esse vácuo notoriamente colocado propositalmente na narrativa.

Conforme faz esse exercício, o leitor é obrigado contestar a si mesmo, se o que está pensando é ou não preconceito de sua parte. Assim, mais do que uma simples novela, esta história é um teste, um teste para o leitor saber até onde carrega algum tipo de preconceito que nem sempre lhe é explicitamente consciente.


Velho Início, um conto de Marcelo Tchello

A leitura deste fantástico conto de ficção-científica sobre Adolf Hitler de Marcelo Tchello foi uma inspiração pra nós (eu e os alienígenas que habitam meu cérebro), adoramos histórias sobre o lado oculto do ditador alemão e suas pesquisas em torno da magia negra e/ou das ciências ocultas, incluindo a temática alienígena. Digo até que essa leitura que plantou uma semente em nossa cabeça até que florescesse o conto Uma Segunda Guerra, recém publicado.

Não é novidade focar Hitler e sua obsessão pela busca por conhecimentos do além. Verdade ou ficção, é certo que tais histórias, seja uma novela ou algum dos muitos filmes e documentários veiculados na mídia que abordam essa temática, a nós interessa a fascinação que esse assunto desperta em nossa mente, e certamente este conto de Tchello é mais uma interessante página à apimentar essa fantasia.

Não podemos revelar maiores detalhes sobre o conto sem tirar a graça da leitura para quem venha se interessar pelo mesmo, podemos apenas dizer que está bem escrito, e que o final, embora se trate de ficção, narra uma situação que muitos de nós gostaríamos de colocar em prática, se não para criar uma realidade alternativa ao cenário da Segunda Guerra Mundial e a ascensão do Nazismo, simplesmente para recriar a história de nosso país.


"Até o Último Instante", um conto de Robert Fiori e "Os Extraterrestres", outro conto dele mesmo

Enfim tive oportunidade para ler os dois contos de Robert Fiori na antologia de ficção-científica "Utopias Futurísticas: Livro de Contos" de José Tunder (editora Cronos), um livro que, apesar do título, apresenta algumas histórias não tão harmônicas conforme se pode esperar ou como alerta a própria sinopse em sua contracapa.

Nesse sentido, os contos de Fiori, dependendo do óculo de compreensão do leitor, podem ser assim divididos: um bastante harmônico, outro nem tanto assim; ambos um tanto quanto utópico e distópico simultaneamente. Em "Até o Último Instante", a harmonia entre os personagens é inspiradora, traz o convite para deixar a utopia de lado e reencenar a cena de verdade como se fosse a última vez e, como sugere o título, até o final dos tempos - fica a dica.

Em "Os Extraterrestres", se você acredita ou venera a existência desses seres ou, contrariamente, teme sua presença, cuidado! Leia este conto com muita atenção e precaução.

 

Pedroom Lanne
08 de Dezembro de 2015

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Evento
Noite de Autógrafos
Lançamento do livro "Adução, o Dossiê Alienígena", de Pedroom Lanne

- Oi, Pedroom. Conta como foi o lançamento do seu livro ontem. Emoções? - questiona o escritor Silvio T. Corrêa na comunidade virtual Linkedin.

- Oi, Silvio, o lançamento foi legal, mas foi um evento bem familiar e entre amigos. De todos os contatos que tenho feito via web desde que comecei a escrever o livro, somente o nosso colega escritor Plínio Camillo representou essa massa oriunda da virtualidade, mas quem manda eu ser um cara reclamão? Enfim, dizem que o primeiro livro é assim mesmo, e temos de considerar que um lançamento em São Paulo em dia de semana sempre dificulta para pessoas que por ventura têm o interesse em comparecer, mas se rendem ao bom-senso de não se embrenharem nessa selva de pedra e todos os obstáculos que ela impõe.

Zoom
Foto de Wesley Cavalcante - Clique para ampliar

O mais interessante, para mim e para quem compareceu no horário, foi a oportunidade de conversar a respeito do livro antes de iniciar a sessão de autógrafos. Eu falei por uns 20 minutos e depois respondi algumas perguntas.

- Adução?

Talvez o sonho de qualquer escritor em uma noite de autógrafos seja observar uma longa fila de pessoas para assinar seu livro, não foi esse o caso. Mas eu gostei da experiência e, como um mérito pessoal, não fiquei nervoso na hora de falar apesar da presença de meu pai, mãe, esposa e filha na platéia (só faltou a minha irmã que não pôde comparecer), além de outros parentes e amigos. Ou talvez tenha sido a presença deles que me deixou bem a vontade.
De qualquer modo, eu gostei muito de vivenciar esse momento. Em breve, estarei postando o vídeo que minha mulher fez da palestra, então compartilho o link por aqui, ahh, e as fotos também...

Por fim, agradeço por perguntar e me dar oportunidade de contar um pouquinho a respeito dessa noite que, se não mudou em nada o curso da história humana, ao menos foi marcante no curso de minha ordinária existência. Nesse sentido, sim, emoções...

Um grande abraço,
Pedroom Lanne

Vídeo: Mini-palestra de Pedroom Lanne no lançamento do livro "Adução, o Dossiê Alienígena"

"Adução é uma história sobre..."


17 de Novembro de 2015



AGRADECIMENTOS

Cumprida essa etapa divisória de águas em minha vida, o lançamento de meu primeiro livro, ADUÇÃO - O DOSSIÊ ALIENÍGENA, agradeço a todos que direta ou indiretamente me ajudaram a vencer esse desafio. Começo por meu fã número um, Mestre Elizier Leite, número dois, Gardenia Sena, e três, Solivanda Alves, então estendo à todos que listo abaixo além de você, que corre em plano futuro nessa jornada em andamento e sem chance de retorno:

Azulamara Ruiz, Ana Claudia, Sergio, Oswaldo, Márcia Barros Scaranello, Alexandre do Santa, Ana, Wesley Cavalcante, Gisele Agostinho, Adelaide Venturi, Plínio Camillo, Nilvania Cavalcante, Edu Roc, Ike Costa, Silvio T Corrêa, Natália da TLB, Livraria da Vila, Walmir Thomazi Cardoso, Professor Sérgio, Professor Dimas Künsch, Professor Cláudio Novaes Pinto Coelho, Professor Laurindo Lalo Leal Filho, Cineasta Thays Costa, Ligia Siniscalco, Poeta Oliveira Neto, Professor Osório, Paulo Shiry, Kika Canto, Danniel Barbosa Rodrigues, Paloma Maroni Martins, A. J. Gevaerd, Daniela Gevaerd (em memória), Marco Petit, Sérgio Carvalho, Jose Luiz Ferrari, Xamã Maurício Eloy, Silvia Vasconcelos, Monica Martinez, Suzana Oliveira Costa, Sensei Ricardo Leite, Alexandre “Haole” Milani, João Cabas Filho, Renato Souza Cintra, Comandante Oscar Santa Maria, Gustavo Kadekaro, Edward Enrique E. Zaldivar (Kike Espinoza), Maria Dolores Delfina Sierra Mata, Dilson Paiva, Alber Prospero Albert, Lukas Frois Galuski, David Duarte Mendes, Alexander Halley, Rod Roldan-Roldan, Denise Sintani, Luna de Oliveira, Ruth Sasaki, Paul Fabien, Edenir Dutra, Jose Aparecido Scaggion, Notjohn, Charlie S, Extradimensions, CLeasyaspie, Heloisa Helena Silva, Ronaldo Costa, Marcelo Fib, Sergio Júnior, Patrícia C. A. Reis, Ademir Pascale, Ceiça Carvalho, Nanda Soares, Rodrigo Mendes, Edison Boaventura Jr, Walter Teixeira Lima Junior, Eugenio Menezes, Cris Tatoo, Lucas De la Corte, Lucas Souza, Maira Leticia, Jules Edson Martins, Alcione Giacomittii, Nilson Borges Santana, Hugo Gambazeli Gambazeli, Bete Rodrigues, Diário de Bordo do Planeta Terra, Ednilson Campos, Wallacy Albino, Gabriel Lourenço Mussango, Antônio Oliveira, Roseli Trevisan Campos, Gastón Fantín, Rogerio Herrero, Luan Marcéu, Marte Espacial, Beth Curi, Maria Souza, Eliane Carvalho, Sandra Regina Fabris, Marineusa Freire, Maria Cristina, Felipe Colbert, Luiz Cézar da Silva, Cris e Fabi da Sleg, Emerson da Vitória Cópias, Paulo da Gell’s, Postnet, Cláudio da Elisa Despachante, Cantora Anete Santa Lúcia, Peduti Sociedade de Advogados.

À todos vocês, meus sinceros agradecimentos. Muito obrigado!


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Convite
Lançamento do Livro "Adução - O Dossiê Alienígena", de Pedroom Lanne
O flyer oficial da editora


Evento
Lançamento - Livro: Adução - O Dossiê Alienígena
De Pedroom Lanne

É com bom-humor que anuncio o evento de lançamento do meu livro. Reserve a data em sua agenda, prioridade máxima, o destino do planeta depende de seu comparecimento.

Compareça, adquira o seu exemplar com desconto e não perca a oportunidade de autografar seu livro junto ao autor.

O livro impresso,
clique para ampliar >>

Zoom


TERÇA-FEIRA
17
NOVEMBRO

Convite: Lançamento de Livro

ADUÇÃO - O DOSSIÊ ALIENÍGENA

Pedroom Lanne

Local: Livraria da Vila - Vila Madalena, ZIT: Pinheiros

Rua Fradique Coutinho, nº 915 - Segundo piso
São Paulo/SP - Início: 19:30h

Chegue no horário e participe de uma palestra com o autor. Te espero lá, em carne e osso, plasma e espírito.

Acesse nosso convite no Facebook ------------ Editora ------------ Mapa
Facebook ------------------ Editora -------------------- Mapa -

Ficha técnica do livro:

Título: Adução
Subtítulo: O Dossiê Alienígena
Autor: Pedroom Lanne
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Gênero: Ficção-Científica, Space Opera, High Sci-Fi
Tema: Vida alienígena, evolução da espécie
Estilo: Novela, fantasia, paródia, odisseia
Total de páginas: 615
Público: Jovem e adulto
Linguagem moderada: de 11 a 111 anos (ou mais)
Formato: impresso
Obra completa: sim
Obra inédita: sim
Capa: Kike Espinoza
Data de lançamento: 17/11/2015

Enquanto isso, em um passado não muito distante...

Não se esqueça que três dias antes do meu livro, Adução, tem o lançamento da antologia com o meu poema, no próximo sabadão (e outro, na terça-feira seguinte). São dois lançamentos, dois livros em duas semanas e em dois dias diferentes, não se confunda, e se for preciso priorizar, priorize o convite acima...


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Reflexão

METAMORFOSE

Metamorfose, termo que nos dá meta-significados, ou significados morfologicamente distintos (como queira).

Mudança de estado físico vem logo à cabeça. Metamorfose do corpo, transformação, mudança para um novo formato, uma nova fase da vida. Como ocorre nos insetos e no próprio homem, pois não seria a mudança do zigoto ao recém-nascido uma metamorfose?

A transformação do espírito, se evelar ao estado de um (ou retornar ao pó para os mais céticos) é também uma metamorfose. Entretanto, uma simples mudança emocional, como estar calmo e subitamente ficar tenso, igualmente é uma metamorfose.

Ora, escrever este texto é mais uma metamorfose. Metamorfose da tinta que sai da caneta, do papel que fica rabiscado, das ideias que fluem ou dos bytes eletrificados, por fim, do leitor em seu esforço mental para compreendê-las.

Para simplificar, tudo é metamorfose.


Pedroom Lanne

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Literatura
Café, Espadas & Alienígenas
Adução - O Dossiê Alienígena, de Pedroom Lanne


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Clique na imagem para saber mais...

Meus agradecimentos a Nanda Soares do site Café & Espadas: resenhas literárias

13 de Outubro de 2015

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Redacción
Mi primer ensayo en Español

Pedroom Lanne - Estudiante de la lengua española

Mi próximas vacaciones

En mis próximas vacaciones voy a viajar con mi esposa a Cuba para conocer la isla, especialmente, la región oriental donde están las playas más hermosas y vírgenes. Nos quedaremos tranquilos tomando el sol y tablando las olas. Para llegar a Cuba, haremos un crucero saliendo desde Santos en la costa de San Pablo, Brasil. Como nos acostumbramos a hacer en estos viajes, nos quedaremos en albergues o hostales con otros extranjeros y vamos a alquilar un coche para pasear por las playas de la región. También vamos visitar la capital Habana para convivir con el pueblo y las tradiciones del país, cantando “Guantanamera” feliz por estar en el calor del Caribe. En Cuba vamos a intentar saber si el comunismo es tan malo como se dice acá en Brasil o si lo que dicen son solamente pendejadas y mentiras.

Después, tomamos un avión en Habana y nos vamos a México para conocer unos sitios arqueológicos de origen Maya, queremos ir encima de las pirámides del Sol y de la Luna, donde intentaremos un contacto con seres extraterrestres y, si la suerte nos sonríe, nos vamos a dejar este mundo en un platillo volador para viajar por las estrellas conociendo otras inteligencias y formas de vida. Entonces, nunca más volveremos a este planeta y su pueblo tacaño, vano y retrógrado.

El 08 de Octubre de 2015

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Astrologia
Mapa Astral de Pedroom Lanne

O que dizem os astros sobre Pedroom Lanne (também conhecido como Pedro L. O. C. Bisneto)? Clique na imagem abaixo e baixe seu mapa astral (em formato PDF) e saiba a resposta.

Download


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Literatura e Poesia
A Maconha

É com orgulho que anuncio a publicação de meu soneto "A Maconha" na Antologia de Poesia Paulista:

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU

Pela Chiado Editora.

Agradeço a Gonçalo Martins por ter selecionado meu soneto para a antologia e a Mayara Facchini, a organizadora da obra - muito obrigado!

O lançamento está previsto para Outubro de 2015 em São Paulo, ainda sem local e data definida. Mas, embora não seja gremista, até a pé eu irei, para o que der e vier, o certo é que eu estarei, estarei onde a poesia estiver.


Pedroom Lanne
27/09/2015

Além da Terra, Além do Céu

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Letter
Job Offer

Hi, my dears,

I’m writing to attempt the writer job offer you published, my name is Pedroom Lanne, 43, masters degree on Universe, world citizen from.South America, married to mankind - my resume follows. I'd like stating that's my main objective nowadays: working as regular writer for a great editorial company like yours.

At the moment, I’m working as college professor, which means that writting scientific articles, edit didactic material & manuals are some of my duties among many others, and that's my favorite one - more than teach to be honest. I love writing, but at the university I'm allowed to write only about the subjects we study here while my wish is to write novels of fiction in general. On my free time, I'm used to write stories including many different themes, sci-fi is the one I love the most (Julio Verne is my main inspiration), others that seduce me are terror & mistery (specially classics like Poe or Doyle) and medieval adventures or fantasy (like Lord of the Rings or Narnia's Chronic).

I’ll submit some of my personal production for your assessment, I hope you like it. In attachment, I’m also sending some Internet links for the articles I have been writing during my career. Since the classes have been broken for this season, I’m available for a face to face chat as soon as you reach me, any time, day or night, during the week, weekend or holiday.

www.pedroom.com.br/livros.htm
www.pedroom.com.br/vitae/artigos.htm

Regards,
Pedroom


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Ebook
Cargas de Noll Quanticus

Pela ocasião de lançamento do livro "Adução, o Dossiê Alienígena", montei um ebook com os memes de Noll Quanticus, personagem da obra.

Cargas de Noll Quanticus (sapiente²), o Alienígena Reclamão

E como no mundo de Noll não existe dinheiro: o ebook leva a sinapse GRÁTIS. Em formato Acrobat PDF. Clique na imagem abaixo para baixar, mas ATENÇÃO, trata-se de carga pesada: 14,7 Mb.

Pedroom Lanne

Informações sobre o eBook:

Obra: Cargas de Noll Quanticus
Subtítulo: (sapiente²) O Alienígena Reclamão
Autor: Pedroom Lanne
Gênero: Tiras, anedotas
Tema: Vida na Terra, Tecnologia e Política
Estilo: Memes
Capa & Ilustrações: Kike Espinoza & Google
Formato: Acrobat PDF
Peso: 14,7 Megabytes
Público-Leitor: Jovem e adulto
Nº de Páginas: 101

 

29/08/2015

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Livro
Adução - O Dossiê Alienígena
De Pedroom Lanne

Lançamento previsto para Outubro de 2015

Zoom
Capa, contracapa, lombada e orelhas da edição impressa da editora Talentos da Literatura Brasileira - clique para ampliar

O livro conta a história de uma família que acidentalmente atravessa o portal do tempo para uma dimensão alienígena futura a mais de 350 mil anos de desenvolvimento evolutivo a frente da nossa. A partir daí se inicia a aventura da família em sua adaptação ao novo patamar existencial, um processo descrito por adução, a antítese de uma abdução alienígena, mas que nem por isso deixa de contar com momentos dramáticos, medo, risos e a narrativa épica de um cosmo recheado de guerras, seres cibernéticos e muitas surpresas.


Informações sobre o livro:

Obra: Adução - O Dossiê Alienígena
Autor: Pedroom Lanne
Gênero: Ficção-Científica, high syfy
Tema: Vida alienígena, evolução da espécie
Estilo: Novela, supernatural, paródia, odisseia
Público-Leitor: Jovem e adulto
Linguagem moderada: 11 anos
Nº de Páginas: 630
Editora: Talentos da Literatura Brasileira

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Ufologia
Debate UFO em São Paulo, eu e Noll Quanticus estivemos lá
Disponível em formato Acrobat PDF

Por Pedroom Lanne
Escritor aduzido pelo alienígena marciano Noll Quanticus

Debate UFO
Da esquerda para direita: a contatada Bete Rodrigues, o xamã Maurício Eloy, o físico José Maldonado e o ufólogo Marco Petit

Aconteceu nesse sábado, 15 de Agosto, na Sociedade Brasileira de Eubiose em São Paulo, mais um encontro de ufólogos e ufãs que discutiu a questão do fenômeno OVNI. Eu estive lá e curti muito o evento. Palestram o físico José Maldonado, o ufólogo Marco Petit, a contatada Bete Rodrigues e o xamã Maurício Eloy. O ponto alto do evento, sob minha percepção, foi o relato da abdução vivida por Bete, o ritual de iniciação ao xamanismo descrito por Maurício, as palavras do experiente ufólogo Petit e a descrição das pesquisas realizadas por José Maldonado.

Na conversa com Petit, vale destacar suas eloquentes palavras ao comentar sobre a questão da existência de alienígenas bons e hostis, questionando o público se um alienígena pode ser considerado hostil se suas ações, no caso de uma abdução, são as mesmas que nós homens desempenhamos com os animais que estudamos - uma fala que mereceu os aplausos da platéia. Os relatos de Bete, um tanto quanto assustadores, ratificam essas palavras. Ela quem esteve dentro de uma nave, foi examinada por alienígenas e, inclusive, teve um dispositivo implantado em seu pé. Ou seja, o que Bete viveu é diferente do que vive um urso polar que alvejado por um dardo sonífero, lhe são retiradas amostras orgânicas e implantados dispositivos de monitoração por parte de nós homens? Foi esse o exemplo que Petit trouxe à reflexão entre outros assuntos debatidos nesse encontro.

Você acha bobagem? Que todos esses palestrantes são loucos e suas palavras são mentirosas ou produto de um inconsciente que lhes prega peças? Confesso que tais questionamentos me passaram pela cabeça em dados momentos desse encontro. Mas é impossível questionar a seriedade dos relatos dos mesmos, e a forma como encaram o assunto. Entretanto, após o relato de Bete sobre o implante que tem em seu pé, ao invés de questionar os relatos que vivenciei neste encontro, eu passei a questionar a mim mesmo. Lembrei-me que eu tenho algo no meu pé também. Algo que entrou pela sola através da pele e que sempre achei se tratar de um bicho de pé que "faleceu" por ali, dado que ele não se reproduziu ou se proliferou pelo mesmo, embora ainda esteja alojado no mesmo lugar há alguns anos já. Várias vezes eu tentei tirar esse pequeno objeto estranho alojado em meu pé, mas sempre desisti antes de fazê-lo.
Por sorte, foi exposto no encontro que tais implantes não são um dispositivo de monitoramento dos alienígenas, e sim algo que faz bem ao seu portador. Relatos de pessoas que tiveram implantes similares retirados de seu corpo dão conta que elas se arrependeram de fazê-lo e passaram a ter a sensação de que lhes estava faltando um pedaço do corpo. Outros relatos contam que portadores desses implantes que se dispuseram a retirá-lo, instintivamente se recusaram a fazê-lo momentos antes da incisão de retirada. Um estranho sentimento que também partilhei algumas vezes em que tentei retirar esse "bicho de pé" que carrego comigo.

Em face disso, e da obra sobre inteligência alienígena que escrevi (Adução – O Dossiê Alienígena), fruto de uma inspiração que até então eu não me julgava capaz, fica a pergunta: será que eu fui inconscientemente abduzido por alienígenas? Talvez sim, mas se for verdade, prefiro dizer que foi ADUZIDO, pois este é o termo que cunho em minha obra, ou seja, que não fui vítima dos alienígenas, e sim iluminado por eles. Eu agradeço.


Pedroom Lanne
15/08/2015

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Reblog
O Poder da Mídia
Uma Breve Reflexão Ética sobre o Homem-Aranha e o Super-Homem
Re-revisited on Sep'15th, 2015

Para esta pequena reflexão sobre ética, deixaremos de lado um pouco a abordagem científica para nos deixar levar pelo mundo mágico do cinema, para isso, utilizaremos três seqüências de duas películas com objetivo de tecer considerações sobre o tema. As duas películas apresentadas contam a história de dois super-heróis, o Homem-Aranha e o Super-Homem, que se popularizaram através das histórias em quadrinhos até se projetarem na grande tela do cinema, tornando-se dois dos maiores blockbusters do gênero. Nesse exercício, vamos focar a questão da ética de ambos os heróis em relação à mídia e ao jornalismo.

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Livro
Adução - O Dossiê Alienígena
Nova capa, novo título - expectativa de lançamento para outubro de 2015

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Novo layout de capa, ainda provisório, já com o novo título da obra ADUÇÃO - O DOSSIÊ ALIENÍGENA de Pedroom Lanne (Editora Ladrões da Literatura Brasileira). Desenho de Kike Espinoza, arte digital de Pedroom Lanne.

A ocasião marca também a reedição do ebook "Adução - Dossiê de um Transmutado Alienígena", a aventura digital em três partes, que permanece com o título da versão original, com novas ilustrações, revisão e capa.

Disponível para compra pelo site Kindle Brasil e em PROMOÇÃO: compre um exemplar do ebook, leia, responda o questionário do Prof. Ipsilon ao final da obra, submeta as respostas ao nosso e-mail e ganhe um desconto no valor pago para a compra do exemplar impresso do livro previsto para lançamento em outubro pela editora Talentos da Literatura Brasileira. É preciso acertar pelo menos três questões para ganhar o desconto.

Clique aqui para comprar, aproveite a leitura e garanta seu desconto

07 de Agosto de 2015

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Adução - Livro
Confira as novas ilustrações do livro "Adução" de Pedroom Lanne

Kike Espinoza

Artista Kike Espinoza
Escultor, ilustrador & tatuador
São Paulo/SP

Contato: (11) 3255-1473 / (11) 9601-7-3735 / (11) 9990-7-8158

Kike

 

 
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Gustavo Kadekaro

Artista Gustavo Kadekaro
Ilustrador, cartunista & tatuador
São Paulo - SP

 

Gustavo

 
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Clique aqui e saiba mais sobre o livro "Adução"

01 de Julho de 2015

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Vida Alienígena
Polêmica nas Redes Sociais: internautas atribuem luzes captadas em Ceres pela sonda Dawn da NASA à atividade alienígena, Noll Quanticus elucida a questão

Por Noll Quanticus,
o Marciano

Noll Quanticus

Atendendo aos pedidos e respondendo aos internautas que nos últimos dias repercutiram a notícia da NASA revelando uma foto da lua órfã (ou planeta anão) Ceres, na qual se vê luzes em sua superfície, detalhe que levanta a hipótese de tais luzes serem a prova de atividade alienígena no pequeno astro – veja foto abaixo e acesse o link da matéria no término deste post –, sobre isso, eis minha explicação.

Ceres é um pequeno corpo celeste que orbita o Sol entre Marte e Júpiter, em termos astronômicos, é bem pequeno, menor que a Lua e translada em órbita elíptica próxima ao famoso cinturão de asteróides e, conforme suspeitam os internautas, abriga sim vida, justamente a sociedade marciana a qual pertenço e da qual partilho minhas explicações a respeito do fenômeno divulgado pela NASA.


A lua órfã Ceres captada pelas lentes da sonda Dawn

Segundo a datação da imagem, cálculos paralelos indicam que a luz vista na foto é oriunda da decolagem de uma astronave flex – aquelas que vocês chamam de disco voador – decolando a partir do principal espaçoporto superficial local. Como essas naves se valem de uma quantidade energética gigantesca para os padrões praticados na Terra, maior que toda energia produzida pelo Homem desde a invenção da eletricidade, é possível se captar a energia que ela dispensa em seu processo de decolagem através das dimensões do tempo.

Notem que o restante da imagem flagrada pela sonda Dawn só revela uma superfície rochosa cheia de crateras. Essa paisagem corresponde a vista de Ceres a partir de um curso pretérito como o vosso terráqueo, de um passado que não mais condiz ou pareia com nossa atualidade. Se pudessem captar a nossa atualidade, veriam um corpo celeste coberto de edificações e luzes, com pessoas circulando, praticando esportes ou se divertindo nas baladas superficiais de Ceres, se deslumbrariam com a visão de Little Rock, a capital do cinturão, que é o maior centro de turismo e lazer alternativo do entrecosmo solar, ponto fronteiriço entre a heliosfera interior e exterior. Também, em termos laborais, Ceres é entreposto de transporte para os operários que servem na cooptação de rochas para o Cinturão Cosmo-Estelar (o maior sistema viário de transporte e abastecimento que atende de Mercúrio a Netuno), a nossa famosa estrada que interliga os oito grandes planetas do Sol, mas que tampouco vocês conseguem captar daí.

Uma pena que de vosso longínquo passado terrestre tudo que consigam captar seja a energia gerada pelas naves que circulam por Ceres e outros pontos do sistema como a própria Terra. É preciso esclarecer que um passado tão longínquo quanto o vosso, é somente acessível através da energia, por isso se capta tão pouco de nossa atividade e/ou somente mensagens via Internet, enquanto proíbe quanticamente que partilhemos o mesmo plano contínuo.

E já deixo o aviso que até mesmo uma missão tripulada até Ceres não revelará nada além da paisagem que aparece na imagem da matéria, pois o mundo que habitamos está muito a frente no plano interdimensional. Não basta viajar pelo vácuo-estelar para encontrar a grande civilização marciana que habita o cosmo solar em paralelo convosco, é preciso navegar pelo hiperespaço da matéria para chegar até nós.

EXAME.com - Luz misteriosa em planeta anão chama a atenção da Nasa

19 de Junho de 2015

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Rascunho
Um pensamento sobre a Teoria da Relatividade

Por Noll Quanticus,
o Marciano

Noll Quanticus

Quando observamos um mapa mundi antigo, da época do Descobrimento da América, logo notamos sua imperfeição em comparação aos mapas atuais.O desenho dos grandes continentes é basicamente o mesmo, tão quanto se destaca aos olhos a imprecisão das costas ou localização de algumas ilhas etc.

No entanto não há de se criticar os homens que criaram esses mapas, pelo contrário, devemos elogiá-los por terem conseguido criar mapas tão acurados com a precária tecnologia que dispunham à época. Eles não contavam com o diverso aparato que engloba dispositivos de medição e topografia tanto superficiais, quanto aéreos, como orbitais que hoje contamos.

O mesmo raciocínio deve valer para a Astronomia. Ao se mapear o espaço, seus astros, as distâncias entre estrelas e galáxias com a tecnologia atual, por mais high tech que seja o aparato utilizado, contando com mecanismos de observação e medição a partir da orbita terrestre, considerando todas as possíveis distorções que se espalham por um universo descrito pela relatividade e a singularidade de suas forças, deve-se esperar o mesmo resultado que obtiveram os navegantes europeus com seus astrolábios, bússolas etc.

Ainda assim, por mais que conjecturemos sobre as possíveis distorções do mapa estelar atual, tudo que já conseguimos é um grande feito. Por outro lado, em outro tempo, só se saberá o tão quão estamos certos ou errados, quando e se se conseguir um dia observar o céu do ponto de vista de outras estrelas.

24 de Março de 2015

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Batch File
The Door of Hell - Info, backstory and tips
Pedroom32.txt - Pedroom32.wad

"Some stories you have to live to understand, in this one, you have to die"

"Even no God shall survive this" - Pedroom Lanne

Zoom
View of "The Door of Hell" on Cidatel map
(level 24)
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Archive Maintainer : Pedroom Killer, Pedroom Lanne
Update to : pedroom.wad => pedroom32.wad (megawad)
Advanced engine needed : Doomsday 1.71 : JDoom 1.14.1 : doom2.wad
Primary purpose : Single play / Deathmatch

Title : The Door of Hell
Filename : pedroom32.wad
Release date : February 2009
Author : Pedroom
Email Address : pedroom@gmail.com
Other Files By Author : extrawads.wad / droomdm.wad (DM) / peretic.wad (Heretic) / Droomi.wad (Doom I)
Misc. Author Info : http://www.pedroom.com.br/portal/portal/doom/
http://www.pedroom.com.br/portal/portal/thedoorofhell/ (Portuguese)

Description : Made for doom2.exe in quake.exe mod:
-32 single player maps (map01 upto 32)

Additional Credits to : Bob from Doom Wad Station for enjoying our work, and Jaakko Keränen by suportting Doomsday engine.

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* What is included *

New levels : 32
Sounds : Yes
Music : Yes
Graphics : Yes
Dehacked/BEX Patch : No
Demos : No
Other : Yes;
The pedroom32.zip contains: pedroom32.wad & pedroom32.txt

* Play Information *

Game : DOOM2
Map # : Map01 upto MAP32
Single Player : Designed for (map 1-32)
Cooperative 2-4 Player : Player starts, weapons, ammo & power-ups
Deathmatch 2-4 Player : Designed for (map 01-32) Player starts, weapons, ammo & power-ups
Other game styles : Heretic's texture, Doom 1 sounds & music
Difficulty Settings : Yes

* Construction *

Base : New from scratch
Build Time : Since 1998, final edition released on 2009
Editor(s) used : Waded, Wadcat, Mapconv
Known Bugs : Level 28 is not playable on elder doom2.exe 1.666, requires q2 engine
May Not Run With... : Doom2 v1.666 or elder versions

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THIS WAD FILE HAS BEEN ONLY TESTED ON JDOOM QUAKE MOD.
SOME "EDITING BUGS" WERE DELIBERATELY ADDED TO THIS
WADFILE AS GAMING RESOURSE.
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* Copyright / Permissions *

Authors may use the contents of this file as a base for modification or reuse.

You MAY distribute this file, provided you include this text file, with
no modifications. You may distribute this file in any electronic
format (Internet, Diskette, CD, datatraveler etc) as long as you include this file intact.

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* Game Details *

-Unique FEATURES of this Megawad: we added some textures from Heretic and a new sound for pistol and for Cyberdemon.

-Over the scenarios, you will find things, gore and places such as:
Boxe gymnasium, cine theater, graveyard, soccer stadium, basketball square, the mariner's apartment and neighborhood, slums, bus station, Factory, line-of-production, painting machine, Hitler's house, beach, the Tsunami wave, lighthouse ocean, healers hut, Vietnam war, rice plow, Niagara waterfall, sail boat, Mu's Lorenzia City, church, hunging, the fortune-teller, the portal,Coliseum Arena, ghost train, the Ciberdemon's bedroom, The Door of Hell, Chatô's museum, the bug yard, hanging garden, the crazy house, the true spirit world, chess board.

-War fare miscellaneous: cannons, nazi submarine, destroyer ship, helicopter, F15, electrified fences, step mines, ambush, air strike, grenadiers, trap bomb, gas chamber, crematorium oven, bunker, casamate, trap tunnel, trenches.

-Levels adapted from movies: The Texas Chainsaw Massacre, The Guns of Navarone and Platoon.

-And Levels adapted from Mu Online: Lorenzia, Lost Tower 6, Icarus.

-Other games and stuff that inspired us: Heretic, Hexen, Dark Forces I and II: Jedi Knight, Duke Nukem, Blood, Vietnam, Tekken, Dante's hell lyrics

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* About the levels, Back Story and tips *

Levels name (not included in wadfile):

Episode I - In the City:
01 - Boxing Gimnasium
02 - Cine Terror: The Texas Chainsaw Massacre
03 - Elevator
04 - The River
05 - The Street of Doom
06 - Soccer Stadium
07 - Deadtier
Episode II -Downtown:
08 - Neighborhoom
09 - Apdooment
10 - Babel Tower
11 - Labyrinth
Episode III - Wolfenstein Reborn:
12 - The Guns of Navarone
13 - Hitler House
14 - Holocaust
15 - Bosses
Episode IV - The Castle of Heretic:
16 - Iguaçú Waterfall
17 - Yard
18 - Lorenzia
19 - Herege
20 - Battlefield
Episode V - The Door of Hell
21 - Cyber Lair
22 - Arena
23 - Devilcross
24 - Cidatel
25 - Black Mass
26 - Teledie
27 - Inferno Plateau
28 - Limbo
29 - Hell
30 - Die Romero
The Secret Levels - On Vacation:
31 - Tsunami
32 - Vietnam

* Backstory and tips *

The Door of Hell


The Door of Hell

After facing the Hell on Phobos and escaping of have your flesh consumed, returning to your home planet to find it slaughtered by demons, being forced to face and beat the Masters, discovering that evil could even be more evilved and, finally, defeating the inferno's menace known as Plutonia Experiment, now you realize what, in fact, this nightmare you've being through is: endless. And, since you are here, you have to fight one more chapter of this eternal battle.

You have found the door that leads to Hell; you have found THE DOOR OF HELL. And, congratulations, because you've been brave enough to open it.

This chapter starts when you find yourself at home, after having accepted the awful truth: the zombie-men, Imps and all monsters from Hell are your eternal neighbors, and you, finally, have learned how to live in peace with them. But neither you and nor them were really satisfied with this situation. You have in mind that you can defeat they, and so them in their minds. In accordance with Hell, you two challenge yourself to put an end to this matter on a boxing fight. That is the moment when this story starts. Step foward to live it, or to die it...

Level 01 - Boxing Gimnasium

This level starts on the changing room, where you are preparing yourself for the fight that has been promised as the last one: a boxing match against the Hell. You warm yourself knocking down some spares and, then, going straight to the ring. Inside the gymnasium, you see everybody present, since the simple zombie-monster until the greatest beasts; everybody is there, even yours last few allied mariners. The bad news is that the the crowd from the stands are only monsters…

But, one thing should be clarified. During your truce time with Hell, only one word could describe it: suspicion. And, once the fight has begun, you two started cheating, one before the other - like if it were possible -, and, at the end, you both shall pay the price for this betrayal….

Tip: Don't be coward, don't even think you can overpass this level without passing through the boxe ring

Level 02 - Cine Terror: The Texas Chainsaw Massacre

After paying the price for cheating on your boxing fight, which was: your own life. Now you are dead, bobbing around like a lost soul that refuses to accept that the life has gone.

You think that you won the fight and is alive; then you went sightseeing over the city like if everything had back to normal. You pass in front of a movie theater and glances a poster of one of yours favorite reprise. You get in to watch it.

When the lights go off, you realize that the movie star is you, and the ability you acquired managing the chainsaw.

Tip: A step-active-plat-and-run-to-get-something movement is required to overpass this level. Follow the lights, man, follow the lights…

Level 03 - Elevator

After escaping of being slaughtered, you track your own death body near around the gymnasium quarter-block. As soon as you find it, you possess it; you are back to life, a zombie fighting zombies. Then you start a journey over the city to give the pay-back for those who separated your soul from your body, but not destroyed your undefeatable and beyond-worlds will.

Your start your bloody trip over the city by the greatest construction you see, an enormous building ahead, and, if is it huge, so should be the monsters you shall face.

Tip: If you are smart, you will have to get the elevator only once to find the exit and also some secrets and power-ups

Level 04 - The River

Only Hell could describe a disgusting bad-smelling slime sewer as a “river”. That’s the real problem of them, the problem that have never led you accept living with them: they just don’t have good taste, they don’t know how to appreciate a good wine. Whatever is the name they give to the hazard water you see, you will have to follow it.

Tip: Have you heard about or learned the Pythagoras’ theorem? Do you know what a hypotenuse is? The tip is that you won’t need to make any high-math calcs to discover what to do when the truth moment presents itself

Level 05 - The Street of Doom

Walking around a city conquered by demons of Hell can be very dangerous, if you step through the wrong corner, you may see yourself surrounded by an entire evil demonic gang-street. Surrounded can you be, surrender shall you never.

Tip: Extra-care with blowing-up barrels, I don’t want hearing that I have not warned you

Level 06 - Soccer Stadium

You heard some evil voices whispering about a soccer match between the former-humans team and the sergeants team. Great! A stadium full of monsters is an opportunity to kill thousands of those bastards that you won’t waste.

Tip: “Then Pelé carried the ball passing through all the defenders, even the goalkeeper, and entered the goal with ball and body” – says a TV soccer speaker

Level 07 - Deadtier

This level represents a frontier you have to pass in order to go further into the game and, like the original "Dead Simple" iD’s level, this is one that will challenge you more than others. You will discover that beyond simple, death can be tied on different manners.

Tip: Prepare your self for a violent battle and painful traps. Despite a great battle, this level is very simple: you will have only to go ahead killing everything that moves and enabling some switches

Level 08 - Neighborhoom

Home at last. Starting from the mariner’s apartment, now you will experience how disturbing his neighborhood is, and discover why it is impossible to live next to these infernal neighbors. The boy on next door is, in fact, the demon on next door.

Tip: Climbing walls is a good way to "diminish" pain.

Level 09 - Apdooment

Still hanging around the neighborhood, you decide to visit mama’s who lives on the building right in front of yours. But you got there too late, the villains have arrived first. Very sad entering your childhood home and find it dominated by the evil forces. But you have seen such kind of bad things that nothing can shock you anymore, the only thing you can do is what you always have been doing: killing all evil entities you find on your way until get all keys that will lead to exit.

Tip: When you were a child, mama used to get angry when you’d forget to clean the pussy's mess

Level 10 - Babel Tower

Emerging from a bloody infernal lava well, you see three great towers ahead and lot of enemies firing on you. You know you must get over there to survive, but you have to figure out how to do it. Wisdom is the keyword to find your way through this level, you will realize that there are no many places to go or hiding things. So, be calm, just steer around carefully and you sure will get out of there easily.

Tip: In order to not burn the tongue, you shall always start having a hot soup by the edges

Level 11 - Labyrinth

On iD’s Plutonia edition you had to pass through a frightful labyrinth full of arch-viles to be rewarded with the BFG9000 weapon. Once again, Hell have prepared a large arch-viles labyrinth for closing this first episode and, at last, let you leave the city. They know you had won before, so they designed this new one in order to be harder. But you don’t have to be afraid, this time you will count with the BFG on the battle, and I’m sure you will need it.

Tip: Try to illuminate your way when possible, it will help you not getting lost

Level 12 - The Guns of Navarone

Like always, something went wrong on the last teleport you took, and you were sent to the past, at the exact moment when everything had begun. You are back to Wolfenstein’s reality; you are back to the World War II environment. Once more, the Nazism is the enemy you have to fight, and this time the thing is worst, because the inferno has come back to past with you.

Your first assignment is to open way for the marine war vessels that are trapped by some great cannons, and you will have to destroy them.

Tip: Don’t waste ammo trying to destroy the cannons from distance, you will find a clever way to turn them off, be patience. Take care because the Nazi’s are experts with great weapons and guardhouse

Level 13 - Hitler House

Bored of playing soldier on a forgotten war, you make your head to finish it on a single strike: terminating its mastermind, killing Adolph Hitler in person. You invade his house and find him, only to discover who is the truly puppeteer: I know you can guess who is.

Tip: At the forties, the houses were all built with plenty of secret passages

Level 14 - Holocaust

After killing Hitler, you do some efforts to make sure he would never return from Hell. So you attempt to destroy his mansion until the only thing to remain shall be smoke and ashes. But Hitler had always been evil enough to keep some malignant surprises even after death…

Tip: Trying to run away the monsters is a strategy that only will make you die faster

Level 15 - Bosses

One of the hardest levels you will play, and the last of Wolfenstein’s sequence. To leave the World War II reality, Hell has prepared an extremely violent and bloody battle, with only the highest skilled enemies. But has any demon the same skill as yours? At this level you will have to prove that, in fact, there are no monsters that can beat you.

Tip: Don’t forget that this level has two exits, and the second one will lead you to the secret levels

Level 16 - Iguaçú Waterfall

Once again, the last slipgate device you took, failed, and, after the teletransportation, you find yourself even more deeply lost on the timeline. More than the time, this shift drived you lost over the eons of history, and you have been sent to the land where heretics used to be burned at the bonfire by their sins, you are back to the forgotten world of the darkness age.

You see a gigantic waterfall, a catarata that you will have to spend a swimming time through it until getting all keys that will open the escape way out. Finding a map will be very helpful to overpass this level.

Tip: You are at war man: everything goes; there are no rules, no right or wrong. You don’t need to be embarrassed for plundering the dead bodies. And don’t forget that some enemies can attack you even if they are hiding behind invisible walls. There are 10 teleport devices on this map, find them and find exit

Level 17 - Yard

You find the main village where the medieval people used to live. A yard with dangerous corners and dungeons and dragons, where some alleys and a small bridge over a lava river leads to the main courtyard. Lots of surprises and traps awaits for you through your way to find the exit of this rustic and haunted place.

Tip: Some plats are step-over-somewhere activated, so try to explore every place you can reach, and look for invisible walls too

Level 18 - Lorenzia

After navigating over the sea during a long time, you find a forgotten continent, you get arrive into the legendary Mu land. And this level begins where Mu begins, in Lorenzia’s city. Just go sightseeing around the village visiting some elder friends, check the fortune-teller tent, the dark mage hut and the dark knights market; look for weapons by the forge and shake-hands with Blacksmith. Go pray at the Gallant chapel's mass and don’t miss the main afternoon city event: the sinner’s hanging.

Tip: Just take care when stepping out of the city because dangerous monsters are likely to ambush you… Good fings are on the vault

Level 19 - Herege

You finally find yourself at the usual place where the heretics and sinners like you are used to be sent: an inescapable citadel infested by many Ciberdemons and heavy monsters on all sides, where no one ever has escaped alive. Be cold and merciless on battle to savor victory, with bravery you will find the means of surviving. Prepare to be tested far beyond your highest skills.

Tip: When a fall does not falls, it may means something important

Level 20 - Battlefield

The final chapter of this infernal Heretic adventure, where you will have to fight the ultimate beast, the monster who commands monsters. A powerful creature that won’t save any efforts to block your way. But if you made all the way through here, this level is nothing more than a large battlefield, one of those where war never ends until you find the way to get out.

Tip: Look for small corners to find the keys that will lead you out of this nightmare, be precise and quick

Level 21 - Cyber Lair

You are inside a fortress where the zombies hide the Ciberdemon’s Cave, his original lair or nest, how some demons use to speak. An outpost of Hell which guards one of its most fearful beasts. Prepare yourself to face an entire platoon of diabolic Ciberdemon’s slaves, whose will try to stop you by several meanings and, if you pass, challenge the great boss.

Tip: Seek light to not fall on deadly blood wells and finding secret passages

Level 22 - Arena

You thought that you have been sent to the past again, to the age when the true warriors would prove their strength in deadly fights inside a crowded arena. But this time, In fact, you haven’t traveled through time again, the Hell is the one who has stopped on the timeline, and they keep doing such kind of barbarian death match until nowadays. You have already proved that you are a great warrior, now you will show how brave gladiator you can be. Just take care to not get yourself lost under the Arena’s dungeons; sometimes the worst fight can be where less it seems to.

Tip: Save the cell-charges for the moments when you really need it

Level 23 - Devilcross

You find a strange dark portal in Devilcross shape that you have to pass, indeed, a place that will allow you to survive or die depending on your movements and perseverance. This level will challenge not only your strength and agility, it will charge a good strategy to avoid death. You will have to carefully pick up the right moment to move forward or backward, to use the properly weapon to hit different kinds and positioned enemies or find a good bunker. Now you will learn why a good strategy is the key to reach victory and glory.

Tip: The greed shall be cursed and followed by an unavoidable death. Try to avoid stepping on the poisoned ground as much as you can

Level 24 - Cidatel

You see ahead an enormous citadel blocking the way through a giant door. That’s it! You finally found THE DOOR OF HELL, but, to open it, you will first need visiting the great gate guardians. Entering the Ciberdemon’s bedroom and the brain’s screaming hall are some of the required tasks you will have to survive in order to get the keys that will open the great portal which leads to Hell. That’s the place your destiny always takes you. You have already been too much time away from the fate you belong to.

Tip: Sometimes, even the most difficult tasks are the easiest to accomplish if you find the right way to fulfill them. Do I need to tip you once more to take care with invisible walls?

Level 25 - Black Mass

You feel the treacherous whistling hell wind coming from a calm place built with strange constructions. Nothing left to do than going ahead and exploring the region around, but, take care: you know as nice a place seems to be, as deadly it will certainly become. Inside this place, you can find a cult of black magic to help you pray to avoid demons. You surely will be introduced to the Hell's architecture and its mortal free-spaces.

Tip: To be or not to be… Crushed? To crush or not to crush?

Level 26 - Teledie

You are at the main hall of Hell: a place where devils use to welcome the fresh souls. A place crowded with lost souls and demons of many kinds and levels. Every hall ends on a slipgate device, and, choiceless, you have to jump yourself ahead and teleport wherever it might takes you, to find death or, if you can, the exit way.

Tip: You will have only one choice between many to live or die when opening the exit way: be wise

Level 27 - Inferno Plateau

You are getting near your destiny; you already can hear the inferno's horror shouts from distance and feel the disgusting sulfur smell. You are on a floating plateau over hell and a bloody path is the only thing that keeps you away from being fried alive by the burning wind coming under. In fact, at this point, you shall avoid pain, not death. Unfortunately, Death will charge its price on the end of this chapter. And it has only one....

Tip: The Keens will show you the way

Level 28 - Limbo

Now you will really experience what to be inside the spirit world is. You will coexist with lost souls and learn by practice what's the difference between ghosts and phantoms. And, of course, the usual demons of Hell will be there too. You have already passed through the door of Hell, now you will have to pass over its final gateway, a dimension between the demons' and the lost souls' worlds. In this dimension, you loose all material world references; you are a lonely soul flying around together many others in the infinite. The only thing you can see beyond the dead entities is a giant gate taking the entire horizon which separates you from Hell, you must get through it.

Tip: The PAR TIME of this level is 10 minutes. When you discover the level dynamics, you will realize it is, indeed, very easy, but it will ever, at least, require your patience and clairvoyance to wait the gate be completed opened. Until you learn that, you will die aplenty, but don’t worry, remember that you are already dead

Level 29 - Hell

Suddenly you remember the classic Dante’s lyrics about Hell; you see some similarities with the sight ahead: it’s Hell, at last. You wonder what Dante would say to you now you are about to begin the final descent and test your faith. In the Hell entryway, an endless and narrow staircase is the only way to avoid the bloody lava that lies over a deep, dark and deadly cliff. Keep your faith and balance to not give a false step outside this vertiginous ladder. Go ahead and meet the Kings of Hell where the living ends.

Tip: Keep yourself at the path as longer as you can, until the end if you are strong enough, but if you can’t, you can’t. If you fall, you fell. What do you care if Hell gets more infernal?

Level 30 - Die Romero

After all poured blood, all painful fights and all thorns you’ve passed through, you finally reached the horrifying ultimate battle. You got yourself into the deepest bowel of Hell – a place that even a mighty god would not dare approaching –, and you find what was obvious, you stand face-to-face with the most horrendous and feared beast: Satan, in flesh and bone, blood and strength, in spirit and spells, power and blazes. Once again is up to you blowing his face up. The end of this story lies over your shoulders to save yourself of being a warrior that nobody would be proud to remember. The time to reach a new heroic deed has come.

Tip: You will have to do the same job you did on Hell on Earth final level. The difference is that, beyond other few painfully surprises, you’ll have to find two keys before destroying the great beast...

Level 31 - Tsunami

After the several battles you survived, you went on a vacation trip, trying to rest some time and heal some hurts, so you made your head to the beach. Once there, you discover the sad reality: the monsters also have learned how to entertain their selves lying under the sun and surfing some waves. Even at the beach you are obliged to have some killing-job-time, typical. The only thing you wouldn’t ever expect is that Hell could send such sea nightmare over your head to test your breath while you have to drill it.

Tip: Remember that this level offers two ways of finishing it, and lead you to the second episode’s secret level.

Level 32 - Vietnam
Only you know the hard time you had to beat the Hell on a war that is remembered as the "big win", now imagine to face a warhell that is remembered as the "big lost". At the Nam, my friend, "the hole is deeper", and so the Hell .

This is, farther than any other, the most difficult level you will try to pass through. You will discover that not only great monsters can be a huge obstacle, the small ones can also accomplish the same job.

Tip: Don’t try to rush things up, the level starts with an ambush, so wait, camper yourself. After that, all you have to do is to carefully step forward and straight ahead until you find the means to go out. Be careful and avoid being hit, because the medic's platoon is dead. Saving the game on the previous level and jumping this map is also another tip than can be given...

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"This wadfile was named 'The Door of Hell' years before the eponymous Doom movie released
on 2005, I swear by the love of God and revenge of Satan. Perhaps they have been inspired here,
a honor that'd be, who knows?" - Pedroom Killer
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Click here for free Download | Learn more... | Site Oficial - The Door of Hell

March'13, 2015

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Kal-El

Notícias extraterrestres
O Alienígena de Aço
Sobre o filme O Homem de Aço de Zack Snyder
Disponível em arquivo PDF

Uma resenha de Noll Quanticus,
o Marciano

Noll Quanticus

Captei o HD O Homem de Aço, o último filme (lançado em 2013) do famoso superherói notoriamente conhecido como Superman ou Superhomem – eu particularmente prefiro Alienígena de Aço, afinal, como bem melhor caracteriza essa nova versão do filme, o mais poderoso prodígio terrestre não passa de um “simples” ET. Pode-se até dizer que o único detalhe que faz desse peculiar alienígena um superhomem é a fisionomia humana do ator bonitão que o interpreta (Henry Cavill), “hot”, segundo palavras de uma personagem a respeito dele já no final da projeção, aliás, na cena que achei a mais interessante do filme, que demonstra bem como os homens nada poderiam fazer para se opor a uma força alienígena e, em se tratando do famoso herói, bastando um homem só para sobrepujar o planeta inteiro ou, ao menos, no âmbito da história, um país como o que cresceu, os Estados Unidos – no Kansas, como um caipira, em um vilarejo agrícola para ser exato: como se não bastasse o maior herói da Terra não ser da Terra, seu alterego (Clark Kent) tinha que ser um mero camponês, não por isso menos americano que qualquer outro conterrâneo seu ou menos humano que qualquer um de nós (sim, apesar de alienígena, eu também sou humano).

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05 Jan 2015


Resenha
A História Está Errada?
Uma reflexão sobre a obra A História Está Errada de Erich Von Däniken

Por Pedroom Lanne – Escritor

Introdução

Quem assistiu ao filme Indiana Jones e a Caveira de Cristal (Steven Spielberg. EUA – Lucasfilm, 2008) e é um estudioso ou simples curioso em relação a uma teoria que veio a ser conhecida como os Astronautas Antigos – especialmente por uma série de vídeos-documentários veiculada mundialmente pelo canal televisivo History, no Brasil intitulada Os Alienígenas do Passado –, tem perfeita ciência de que, quando se trata da busca por uma evidência arqueológica, pista ou por qualquer artefato que revele um contato extraterrestre com civilizações pré-históricas, nesse campo, Erich Von Däniken é o nosso Indiana Jones. Esse é o Graal que Däniken dedica uma vida de estudos e pesquisas em busca de: a revelação da verdadeira origem e natureza daqueles a quem chamamos de deuses. Uma pesquisa que nasce pelo olhar científico sobre o mais mítico dos conhecimentos: os textos sagrados; que parte da compreensão de que as bíblias de diversas religiões contêm ensinamentos repassados por alienígenas – daí o termo que intitula o programa do canal History. A obra A História Está Errada (São Paulo-SP, Ide@: 2013) é mais um capítulo dessa jornada de Däniken.

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14 Dez 2014


Book Jacket
Adduction - Transmuted Alien Dossier
A story by Pedroom Lanne

One of the best alien book ever wrote, at last a story which isn't about invasion or any other kind of extraterrestrial menace. In fact, a carefully understanding will reveal a tale about our own lifes here on Earth. It's a story about men, Gods and the lack of science and ethic of nowadays society.

Despite the super advanced alien world the author describes, and the book goes on and on along fantastic and high technological narratives, it builds a scenario for our own criticism as a species, telling our evolution history since the days before the mythical Atlantis' continent had sunk fourteen thousand years ago, and moving forward until about one million years into the future. An epic that tells how we became the aliens of our selves.

28 Nov 2014

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Spoiler
Adução
Uma história de Pedroom Lanne

O autor e seu leitor

Todo autor ou escritor quando busca o seu público, por mais que este seja imprevisível, pois é tão misterioso e volúvel quanto a massa que o constitui, tem em mente quais seriam as pessoas que se interessariam por seu texto. Este é o objetivo deste pequeno artigo, falar a respeito do público para o qual eu, Pedroom Lanne, imaginei contemplar a obra supracitada no título acima.

Evidentemente, em primeira instância o público desta obra vai estar relacionado com a temática da mesma que é a ficção-científica e, como subgênero: high sci-fi e space opera, segundo algumas classificações mais especializadas. Mas vale acrescentar também o público ao qual, ao escrever a obra, imaginei possivelmente se interessar pela mesma, dentre os quais figuram: PROFESSORES, PSICÓLOGOS, BIÓLOGOS, ASTRÔNOMOS e RELIGIOSOS, especialmente os que seguem ou têm interesse sobre a religião ESPÍRITA. E também não esquecendo os UFÓLOGOS e UFÃS, pois o título do livro em si já se constitui em um convite para tal público. No final deste texto, um adendo também aborda aspectos da obra concernentes aos EDITORES.

Se você contempla uma dessas áreas acima mencionadas, embora a obra trate de uma história fictícia, a leitura é quase que obrigatória. Vale advertir que o livro contém insights e profundas reflexões a respeito ou, no mínimo, algumas boas risadas. Clique no link abaixo e tentarei explicar porquê.

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25 Nov 2014


Adendo
Testemunho de Avistamento de OVNI: Era tudo mentira

Se algum leitor deste pequeno blog teve a oportunidade de ler a matéria publicada em inglês e intitulada Yes, life beyond Earth DOES exist, saiba que os fatos ali narrados não passam da mais pura mentira, não por parte deste que vos escreve, e sim de nossas fontes cujos nomes somos, por ética jornalística, obrigados a não revelar.

Sim, era uma mentira deslavada, mas como mentira é completamente perneta, eis que a verdade veio a tona. Como? Através de uma nova entrevista com uma das pseudo, agora sabemos que falsas, testemunhas. Por acaso, viemos a reencontrar o irmão da primeira testemunha que, na ocasião dos fatos descritos, esteve presente ao lado da fonte inicial do relato, aproveitando para questioná-la a respeito do evento que também teria vivenciado e, eis que, ele confirmou o avistamento de um OVNI com seu irmão, mas contou uma história completamente diferente.

Segundo relato inicial descrito no post original (link acima), a família em questão (pai, mãe e seus dois filhos) teria visto um OVNI no céu noturno quando trafegava de carro em uma estrada nas proximidades de Reginópolis, interior de SP. Entretanto, nessa segunda entrevista, o irmão da pseudo-testemunha disse que viu, na mesma estrada, um objeto negro parecido com um sino, com cerca de dez metros de altura e uns cinco de diâmetro flutuando pouco acima do solo no meio do mato ao lado da pista.

"Paramos para mijar e lá estava o objeto, ficamos apavorados e fugimos rapidamente", mentiu o indivíduo. Que também negou, contrariamente ao relato inicial de seu irmão, que seus pais estariam presentes na ocasião e sim em um outro susposto avistamento. Se não bastasse, ainda acrescentou: "mas também já avistamos outros OVNIs no céu da região em outras ocasiões", disse, mas quem acredita agora?

Este post, na verdade, é um pedido de desculpas ao leitor que por ventura possa ter considerado a veracidade da história. Mas nem tudo foi em vão, pois o relato, apesar de claramente mentiroso e fictício, nos serviu de inspiração e referência para contar uma história sobre OVNIS, alienígenas, abdução e adução, e que não precisa se furtar a verdade para ser contada.

A verdade de um sincero romance de ficção-científica.

Pedroom Lanne,
02 de Novembro de 2014

Parte I - Início Kindle Amazon Brasil facebook Just GOOGLE It! Adução - Pedroom Lanne
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English Statement
Five Sure Steps to Avoiding an Argument on Facebook

Here are some tips I collected from my own online surfing experience that will help you to avoid an argument on Facebook, statements to save you from getting on an endless and pointless discussion about any matter into this social media virtual space.

1-) Don’t try to convince someone else of your thoughts, when people publish their thoughts on Facebook, they already have their minds made, nobody intent to change its mind by someone hidden behind a keyboard device.

2-) Publicizing your political alignment won’t change other people choices on political issues or voting candidates, so trying to convincing the other to change their political beliefs is a waste of time. This same rule works for religious creeds.

3-) Be sure that not everyone will agree with all ideas you post on Facebook. Yes, there are people that don’t like dogs or cats, which means that beyond convince someone to quirk mind is so impossible as to quirk their heart feelings.

4-) If someone disagree with some of your comments on their posts, ask for an apologize if you don’t want to loose its contact or being blocked by this person. Accusing him or her of being wrong won’t work and will let you to the hearth of the problem which this writing is tipping you to avoid, but, If you really want standing for your argument, block him before he blocks you.

5-) Facebook is a social media community, so be social. If you dislike anyone post or comment, just ignore it. You are not obliged to click on enjoy if you didn’t really enjoy the other’s activity. In other hand, be conscious that you will be happier and avoid unpleasant arguments if you do so.

Follow these tips and be happy when surfing on Facebook.


Sep'16, 2014

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Resenha
Usando @ Internet para Divulgar Autores e Livros

Mais que um guia para leigos em mídias sociais e o uso da internet para divulgar o seu trabalho, no caso específico, de escritores que buscam divulgar seus textos e livros, o volume Usando @ Internet para Divulgar Autores e Livros de Elianete Vieira (Editora Scortecci) é muito interessante, pois conta em primeira pessoa a experiência da autora em sua jornada pelo ciberespaço divulgando, entre outras publicações, justo essa obra que te dá dicas preciosas de como fazê-lo.

Em testemunho pessoal, a leitura deste livro me ensinou vários detalhes de ferramentas online que eu já lidava, além de me apresentar outras que não conhecia direito ou sequer tinha ouvido falar - e olha que não sou totalmente leigo, lido com a web desde que ela surgiu conectando universidades mundo afora. Assim, para qualquer um que esteja se enveredando pela internet na busca de divulgar seu livro pela primeira vez, esta obra pode ser o diferencial na meta de qualquer autor que queira alcançar o seu público leitor.

Usando @ Internet para divulgar livros e autores

Certamente, um livro recomendado para alguém que gosta de escrever mas não lida muito com internet, bem como para pessoas maduras ou da melhor idade - que não nasceram em meio a este mundo digital como as novas gerações - que escrevem e querem divulgar sua obra, conforme segue a linha de outras publicações que compõem a bibliografia da autora.

Por Pedroom Lanne
01 de Setembro de 2014

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Skoob

Estamos no Skoob!
http://www.skoob.com.br/usuario/1405337
Pedroom Lanne


Introducting
Adduction - Transmuted Alien Dossier
by Pedroom Lanne

If you read one these books on the list below or enjoyed fell of these movies, you may like this story, If you read few of these books or watched some of these movies, you'll probally enjoy it, if you read more than one book and enjoyed many of this movies, that's sure you'll enjoy it, if you read many of these books and watched almost all of these movies, yes, "Adduction - Transmuted Alien Dossier" is for you.

1984, The Metamorphosis, La société du spectacle, Le Livre des esprits, L'intelligence collective, Qu'est-ce que le virtuel?, The Bible, The Bermuda Triangle, Frankenstein, Journey to the Center of the Earth, Le tour du monde en quatre-vingts jours, De la terre à la lune, The Rise and Fall of the Third Reich, The Tibicuera Adventures, Marvel Adventures, The Site of the Yellow Woodpecker, Histoires Extraordinaires, The War of the Worlds,

Zoom
The new Aduction book cover page
The Island of Dr. Moreau, The Fantastic World of H.P. Lovecraft, Scorpion Eighteen, UFO:The Seek for the Truth, Star Trek, Star Wars, Harry Potter and the Chamber of Secrets, Avatar, Apolo 18, Doom, E.T. – The Extraterrestrial, Final Fantasy: The Spirits Within, Gravity, M.I.B., Our Home, Pearl Harbor, Poltergeist, Resident Evil, SimCity, Matrix, Superman, Mission to Mars, 2010, The NeverEnding Story, Beneath the Planet of the Apes, Close Encounters of the Third Kind, Back to the Future, Total Recall, Tron, The Cell and Inception.

22 Ago 2014

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Literatura
O Autor e Sua Obra
"Adução" de Pedroom Lanne

“Muito bem escrito” – A. J. Gevaerd (Editor-chefe da Revista UFO)
“Genial” – Maria Dolores D. Sierra Mata (Editora de textos)
“Um bom livro que merece estar nas prateleiras das grandes livrarias” – Sérgio Carvalho (Conhecimento Editora)
Adução - Pedroom Lanne

A complexidade do título “Adução” não permite descrever a obra de uma só maneira, o romance navega pela história do homem através das dimensões do tempo que se multiplicam a cada segundo, tem começo, meio e fim, mas não necessariamente nesta ordem ou apenas um só, de modo que é somente assim que é possível tentar explicá-la para qualquer um que chegue até essas palavras: de várias maneiras.

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Por Pedroom Lanne
16 de Julho de 2014


Crítica
O Maracanã e o Brasil de 50 e 2014

Quando em 2014, passados 64 anos, o Brasil mais uma vez celebra a realização da Copa do Mundo em seu país, questiona-se: houve progresso?

Em 1950, como agora em 2014, novos estádios foram construídos, dentre eles, o nosso mais famoso e importante palco do futebol, o Maracanã. Há época, embora sequer existissem índices econômicos como na atualidade, quando qualquer classificação do país resumia-se a de "terceiro mundo", e jamais se poderia conjecturar que um dia, como nos atuais, figuraria entre as cinco maiores economias do globo - claro, os tempos eram completamente outros, era o Brasil de Getúlio Vargas, o mundo se dividia em dois blocos antagônicos, capitalista e socialista, e ninguém imaginava que se um dia houvesse outra Copa por aqui, o mundo viveria, e vive, um processo de globalização economicamente “liberal” – ainda que seja esta uma chula definição do cenário mundial atual.

Fato é que em 50 o Brasil construiu aquele que então era o maior estádio do mundo e, em 14, demoliu o antigo Maracanã para construir um estádio que, em tamanho e capacidade, não faz jus ao que um dia o estádio já simbolizou para o país - e o mundo - no que tange sua grandeza.
O discurso dos arquitetos do novo Maracanã gira em torno da modernidade do estádio, justificam que hoje não há necessidade de um estádio tão grande como antigamente, que os conceitos de engenharia e segurança são outros e não mais comportam públicos tão vastos, com mais de cem mil pessoas como era comum nos anos 50 até os 90 - são as "arenas" de futebol -, isto sem entrar no mérito ou demérito das questões financeiras ou dos custos para se levantar um estádio maior, ou considerar que o futebol é hoje um evento muito mais televisivo do que presencial, sobretudo no Brasil.

Verdade é que o Maracanã é menor que o Soccer City, palco da final da última Copa do Mundo, realizada na África do Sul em 2010 – país que sequer pode ser comparado ao Brasil no que tange o costume popular em torno da prática do futebol – e, inclusive, menor do que grande parte das arenas modernas de diversos clubes europeus e, até, norte-americanos ou mesmo mexicanos – hoje, quando este post é publicado, pode-se dizer que o Azteca é muito Azteca do que o Maracanã é Maracanã–, de longe, não é mais "o maior do mundo" como um dia já ostentou.

Outra verdade é que, independentemente de conceitos e custos ou mesmo da corrupção que sabemos cercar uma construção de tal magnitude, seria sim possível construir novamente o maior estádio mundo, e moderno, claro. Ao menos um palco para 100 mil pessoas como o mencionado estádio sul-africano seria, o mínimo, para manter a aura de, se não o maior, grande.

É quase como se substituir a estátua do Cristo Redentor por outra menor com “novas facilidades de acesso”, que assim se diga. O Rio de Janeiro, a principal cidade do país sob o ponto de vista estrangeiro, e o Brasil, o país do futebol, não têm mais o maior teatro mundial do palco da bola.

É claro que o estádio não existe por si só e sim pelas pessoas que dele usufruem, de forma que a história do novo Maracanã ainda será escrita, e não cabe aqui queremos castrar os futuros frequentadores e/ou espectadores desse popular teatro das emoções que o futebol - o esporte objeto maior da paixão do brasileiro e, sobretudo, do torcedor carioca - sempre proporciona. E vem aí a primeira importante página dessa história: a final da Copa 2014, que ainda não se sabe se será melhor ou pior que a de 50, mas com certeza será a primeira grande história do pequeno novo Maracanã – não contará com duzentos mil torcedores in loco nas arquibancadas como da primeira vez, mas, em contrapartida ao que se poderia profetizar há 65 anos, contando com muitos milhões de fãs ao redor do mundo com os olhos grudados na TV.

A crítica também vale para as demais arenas brasileiras que foram construídas para abrigar a Copa 2014, muitas malfadadas a caírem em desuso e tornarem-se onerosas aos cofres públicos, nenhuma delas sequer podem ser comparadas aos estádios construídos no Japão e Coreia do Sul em 2002 em termos de modernidade, são, no máximo, melhores que os estádios velhos que existiam por aqui.

No fim, talvez caiba questionar se o novo Maracanã não se resume somente ao símbolo de seu próprio encolhimento, e sim do país que em sua bandeira conclama a palavra "progresso".


19 de Junho de 2014

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Mini-Resenha
Scorpius Coelum

Quando se inicia a leitura de uma obra cujo título contém a palavra escorpião, uma coisa é certa, em algum momento ele vai fisgar você pelas costas. É assim, ferroando o leitor, que a novela de ficção-científica O Escorpião das Estrelas é construída, uma narrativa com muito veneno que navega pelos confins do espaço de nossa pueril sociedade contemporânea até alcançar a constelação de Escorpião, este que é de fato o "aracnídeo" a qual o título se refere.

Calma! Nós não vamos contar mais nada a respeito, este post é apenas para enfatizar o que a obra tem de melhor cuja específica narrativa não pode prescindir: a presença escorpiana na em sua própria trama, o golpe que se descreve como "traiçoeiro", por mais que a história seja, por assim dizer, apresentada com delírios científicos e mentiras irreais que nos levam a concluir que o imaginário do além de nossas vidas não se resume meramente à crenças ou fantasias, são materialmente factíveis segundo as respostas da ciência do século XXI.



A Espécie Heterometrus laoticus da Classe Arachnida

Mas um escorpião possui mais que um ferrão nas costas, possui pinças que são fundamentais para imobilizar a presa antes de desferir o bote letal. Nesse contexto, suas pinças se estendem das tecnologias atuais e prendem as relações de uma sociedade cada vez mais conectada e globalizada em uma trama interestelar que, sim, se trata de puro feiticismo do mais profundo âmago de nossa existência passada, presente e futura – não necessariamente nessa ordem –, pois, claro, aqueles que por ventura já se permitiram mergulhar por esse vasto universo hão de saber que o tempo é algo bem relativo e nem sempre linear. Logo, é justo através de uma viagem pelo espírito do tempo que, indireta, irônica, profunda, satiricamente até, findamos, se não absorvendo a vasta exatidão do cosmos, certamente o compreendendo melhor sob um aspecto que embuti muito mais a questão: "será que um dia o homem alcançará outra estrela?", em detrimento a incerteza sobre a existência de outros “homens” em outras estrelas.

Escorpianamente assim pincelado – e vale esclarecer que a beliscada da pinça, apesar da dor, é como um carinho se comparada ao toque fatal do ferrão –, o animal prepara sua ferroada derradeira sobre a indefesa vítima, no caso, plural: pois além do aracnídeo existem as presas que compõem a novela, aquelas que vão se dividir entre sobrevivente e comida, que vão escolher entre contra-atacar ou fugir, em meio as quais se esconde o verdadeiro predador que, por mais que se saiba que seu bote é inevitável, não há como predizer se será o leitor que terminará encurralado e traído pela picada mortal.

Um romance de Emerson Miranda da Costa


07 de Junho de 2014

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Relato
II Fórum Mundial de Contatados, Eu Fui

Entre os dias 16 e 18 de Maio, estive em Curitiba (PR) participando do Fórum Mundial de Contatados promovido pela revista UFO, que reuniu terráqueos em carne e osso e alienígenas em plasma e espírito, embora esses últimos não pudessem ser vistos entre o público e os palestrantes. Mais que uma oportunidade de se colocar a par do que acontece no mundo dos ufologistas e se emocionar com os relatos de indivíduos que estiveram frente a frente com seres alienígenas, minha participação girava em torno de uma dúvida comum dentre o público que lá esteve: estamos vivendo um fenômeno mundial de abdução alienígena?

Na tentativa de responder essa questão, entre depoimentos de ufólogos e pessoas que relataram seu contato com alienígenas, outra dúvida paira no espectro dimensional que habitamos: estariam os alienígenas preparando a humanidade para um contato em massa?

A hipótese, mais que uma simples crença ou questão para entreter aqueles que são meros fãs do fenômeno dos OVNIs é clara e direta: sim. E não um "sim" qualquer, mas sim um sim que acompanha o dramático relato dos contatados que estiveram em Curitiba partilhando suas experiências com os alienígenas e dos ufólogos que a longa data estudam o fenômeno no Brasil e em diversas partes do nosso planeta.

Alguns depoimentos impressionam pela veracidade de seus embasamentos, tais como do piloto militar peruano Oscar Santa Maria que tentou combater um OVNI a bordo de seu caça, ou do ufólogo Vitório Peret que revela fatos que os militares norte-americanos, em parceria com militares brasileiros, tentaram encobrir sobre o fenômeno ocorrido no Pará e intitulado de "Operação Prato". Outros depoimentos emocionam e, até, aterrorizam aqueles que tiveram a oportunidade de compartilhá-los, quando contatados revelam o medo e o trauma que vivenciaram ao se verem cara a cara com seres de outro mundo, como da paulistana Bete Rodrigues que foi abduzida na zona leste de São Paulo ou do estadunidense Travis Walton que ficou cinco dias a bordo de uma nave alienígena.

Mas também houve espaço para o riso ou o simples divertimento, tais quando o ufólogo Wilson Picler revela seu avistamento e contato imediato após um longo estudo de campana no qual os alienígenas somente se permitiram serem vistos com as câmeras desligadas. Ou no depoimento de Rubens Junqueira Villela que, em plena Antártida, revelou que os alienígenas também têm senso de humor quando disseram, telepaticamente, que o homem é um ser "muito feio".

Partindo do fato de que qualquer alienígena que esteve em Curitiba acompanhando o fórum não revelou fisicamente sua presença e que nenhuma nave alienígena pousou no pátio do hotel onde o evento foi realizado, para os mais céticos, as questões colocadas no início deste post sequer podem ser consideradas ou, na melhor das hipóteses, permanecem em aberto. Mas, para aqueles, como eu, que lá estiveram com a mente e o coração aberto, sem preconceitos procurando entender melhor o fenômeno OVNI e cientes de que nossa presença no cosmos é ínfima perante sua vastidão, outra questão que sequer foi posta em dúvida durante o fórum já foi respondida: nós não estamos sós no universo.


26 de Maio de 2014

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Ficção-Científica
"Adução" - O Livro, por Pedroom Lanne

Uma estória de ficção-científica.

Uma família está voltando de férias das Bermudas rumo a Miami quando durante o vôo algo acontece e eles acabam em outra dimensão, em uma Terra paralela habitada por seres que, ao nosso entender, são extraterrestres, mas que no decorrer da narrativa aprendemos não serem tão diferentes de nós mesmos. Socorridos por tais criaturas, a família inicia um duro aprendizado sobre a nova realidade em um mundo descrito por forças quânticas que nós ainda não compreendemos, cuja existência é mais espiritual do que material. Assim contextualizada, a obra narra a odisséia evolucionária de um mundo futurista altamente tecnológico e se foca na adaptação de uma inteligência inferior a um patamar tão mais evoluído que só pode ser descrito como divino ou alienígena, enquanto revela o quão nós humanos do século XXI ainda temos muito por evoluir.

Nas melhores livrarias do Brasil!

att. Pedroom Lanne
01 de Abril de 2014

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Comunicação, Internet & Weblog
McLuhan e a Imprensa

Na obra Os meios de comunicação como extensões do homem (1964), o canadense Marshall McLuhan faz algumas explanações sobre a imprensa. Como as explanações do filósofo costumam ser paradigmáticas, tanto que embasam diversos estudos comunicacionais, vamos dar uma olhada e refletir sobre algumas importantes passagens suas sobre esse peculiar meio midiático: a imprensa.

Numa das primeiras colocações sobre a imprensa, McLuhan diz: “Mas a imprensa de tipos móveis foi, por si mesma, o maior limite de ruptura na história da leitura fonética, assim como o alfabeto fonético foi o limite de ruptura entre o tribal e o homem individualista” (McLuhan, 1969:58). Outro filósofo, desta feita franco-canadense, Pierre Lévy, fala em sua obra O que é virtual? (1996) sobre esse contexto do surgimento do “primeiro mundo virtual”, a escrita; já McLuhan fala da ruptura causada pelo tipos móveis. Ora, se a capacidade de aumentar a produção escrita representa uma ruptura dentro da humanidade, cremos que a adição do hipertexto dentro desse mundo dos tipos móveis também representa uma ruptura e, além disso, a ampliação dessa capacidade de ler e escrever. O que representa essa “ruptura” do texto para o hipertexto dentro da sociedade atual é algo que ainda se faz necessário estudar. A nós vale tentar entender o que isso representa em relação aos tradicionais jornais diários impressos.

McLuhan fala da fragmentação causada pela imprensa: “A imprensa (...) expandiu a expressão no sentido da simplificação e da ‘exorcização’ ou decifração do significado. A imprensa acelerou e fez ‘explodir’ o manuscrito condensado em fragmentos mais simples” (McLuhan, 1969:358). Como vemos, uma das causas da ruptura causada pelo surgimento dos tipos móveis e do crescimento das empresas que desses se utilizam, a imprensa, acaba por fragmentar-se. Se a Internet representa uma nova ruptura, a tendência é que esse processo se intensifique ainda mais, o que se pode observar no plural de iniciativas que surgem através da web e dos novos serviços e informações dispostos nos sites noticiosos, inclusive naqueles de grandes empresas jornalísticas tradicionais.

Sobre o impacto dos meios, McLuhan comenta a respeito da invenção do telégrafo: “Em 1848, o telégrafo, então com apenas quatro anos de idade, obrigou vários dentre os maiores jornais americanos a se organizarem coletivamente para a criação de notícias. Essa iniciativa se tornou a base da Associated Press” (McLuhan, 1969:285). Se o telégrafo obrigou a imprensa a reorganizar-se em torno dele, hoje a Internet faz o mesmo, e assistimos a esses órgãos de imprensa se engendrando no novo meio, procurando englobar os novos serviços e recursos que a tecnologia digital oferece. Não podemos esquecer que essas tecnologias digitais, que formam não só a Internet, mas que baseiam também uma miscelânica variedade de dispositivos (tais como celulares e handhelds), têm como alicerce a tecnologia binária do computador. Embora nos idos de 1960 o computador fosse apenas um projeto em desenvolvimento, McLuhan já percebia a sua potencialidade; em primeiro lugar, ele comenta sobre sua capacidade binária de tudo abraçar: “(...) o computador digital com suas inúmeras seleções de tipo sim-não, tudo isto implica em acariciar os contornos de todas as coisas pelos múltiplos toques desses pontos” (McLuhan, 1969:279), e complementa:

Hoje os computadores parecem prometer os meios de se poder traduzir qualquer língua em qualquer outra, qualquer código em outro código – e instantaneamente. Em suma, o computador, pela tecnologia, anuncia o advento de uma condição pentescostal de compreensão e unidade universais. O próximo passo lógico seria (...) superar as línguas através de uma consciência cósmica geral, muito semelhante ao inconsciente coletivo (McLuhan, 1969:99).

Como vemos, McLuhan já preconizava a fala de Pierre Lévy a respeito da universalidade gerada por tal capacidade maquinária do Homem e, além disso, atribuía a instantaneidade ao meio que, hoje, através da capacidade comunicacional dos computadores em rede, assistimos tornar-se uma realidade. Essa capacidade do computador pode ser relacionada com outra afirmação de McLuhan: “A Imprensa forneceu uma memória enorme e nova para os escritos do passado, tornando a memória pessoal inadequada” (McLuhan, 1969:199). O que pensar da memória fornecida pelo computador? Hoje, podemos pesquisar as notícias antigas dentro do site de um jornal com a facilidade do clique do mouse, o que amplifica de forma imensurável essa capacidade de memória (tanto que muitas instituições jornalísticas e informativas já utilizam seus acervos como valor de negócio). Se antigamente a data do jornal era o que o diferenciava as suas edições – de acordo com o que diz McLuhan: “(...) a data é o único princípio organizativo da imagem jornalística da comunidade. Elimine-se a data e o jornal de um dia se torna igual ao do dia seguinte” (McLuhan, 1969:240) –, hoje ela representa uma chave-primária de pesquisa dentro da memória jornalística que se estende através dos dados armazenados nas informações acessíveis através da Internet.

Outra afirmação de McLuhan suscita reflexões sobre a chegada da Internet, os serviços que nela hoje se oferecem e o seu impacto dentro do mundo jornalístico. Diz o canadense: “Os anúncios classificados (e as cotações de mercados e títulos) constituem o alicerce da Imprensa” (McLuhan, 1969:235). A questão que paira no ar depois de tal afirmação é: a Internet não estaria solapando esses serviços, dado que nela encontramos sites especializados nesses recursos e com facilidades que um jornal impresso é incapaz de fornecer? Mesmo os tradicionais jornais hoje estendem esses serviços para Internet, meio que oferece maiores facilidades para esse tipo de informação.

Por fim, McLuhan fala sobre os computadores e, em sua afirmação, nos remete ao temor denunciado pelo francês Jean Baudrillard, de que o processo de simulação da consciência gerada por essa nova capacidade processual se transforme na arma dos publicitários na contemporaneidade e, além disso, a ferramenta que destruiria de vez o já fragmentado significado dentro do processo comunicacional: “(...) os computadores (...) obviamente, eles podem chegar a simular o processo da consciência, assim como a rede elétrica global já começa a simular as condições de nosso sistema nervoso central (...) o sob medida supera o produto em massa” (McLuhan, 1969:394). Sendo esse processo de simulação a nova arma dos publicitários e a publicidade uma das vilãs dentro da crise ética por que passa o jornalismo, dado que as relações entre jornalismo e publicidade são cada vez mais estreitas, o temor de Baudrillard pode não ser totalmente injustificado. O que talvez McLuhan tenha previsto erroneamente é a superação do produto sob medida sobre o produto de massa. Hoje, essa primeira instância tem nome próprio e, como é tradicional nos jargões publicitários, em inglês: on demand. Está aí algo não precisamente previsto por McLuhan. Atualmente, escoltados com a inteligência e os dados binários armazenados, somos capazes de produzir sob medida em massa, desde a publicidade que chega via e-mail e cumprimenta o usuário pelo nome, passando pelo carro que podemos encomendar via web com todos os acessórios e modificações que queremos, e finalmente, chegando a uma infinidade de produtos, serviços e informações impossíveis de serem quantificadas.

Referências Bibliográficas:

BAUDRILLARD, J. O sistema de objetos. São Paulo: Perspectiva, 2000.
______________. Simulacros e simulação. Lisboa: Relógio D’água, 1997.
______________. Tela total. Porto Alegre: Sulina, 2003.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
______________.
O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 1996.
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem – (Understanding mídia). São Paulo. Editora Cultrix. 1964.

Reblog, 20 Mar 2014

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Jornalismo
A Vaporização Comunicacional

Texto e Hipertexto
E a sua relação com o Jornalismo

Algumas implicações das novas peculiaridades interativas da Internet mostram como a nova grande rede amplifica o poder comunicativo do Homem, e como ela está diferenciando o tradicional jornal impresso do mais recente jornal virtual, online ou webjornal, ou seja, as novas modalidades do jornalismo digital. Existem, nas teorias do estudioso francês Pierre Lévy, alguns escritos que dizem respeito às diferenças entre texto e hipertexto que nos mostram as dimensões do jornalismo dentro dessas duas formas de escrita, impressa e digital, respectivamente. Podemos compreendê-las ao mensurarmos a diferença do texto para o hipertexto, dado que o texto é a linguagem básica dos jornais impressos e, o hipertexto, a linguagem básica dos webjornais.

Segundo Lévy, o advento da escrita eleva o conhecimento e a inteligência humana, mas a escrita depende não só das palavras, e sim de representações destas sobre um suporte, de modo que fiquem dispostas continuamente no tempo-espaço - sejam perpetuadas - daí a sua superioridade sobre a comunicação feita de forma apenas oral:

Com a escrita, e mais com o alfabeto e a imprensa, os modos de conhecimento teóricos e hermêuticos passaram portanto a prevalecer sobre os saberes narrativos e rituais das sociedades orais. A exigência de uma verdade universal, objetiva e crítica só pode se impor numa ecologia cognitiva largamente estruturada pela escrita, ou, mais exatamente, pela escrita sobre o suporte estático (Lévy, 1996:38).

A própria escrita, segundo Lévy, é um mundo virtual, ou, talvez, o primeiro mundo virtual criado pelo homem, como uma precursora da Internet como mundo virtual tal como hoje a conhecemos. O “poder de virtualização” da escrita é entendido pela seguinte passagem do pensador francês: “A linguagem, primeira realidade virtual a nos transportar para fora do aqui e agora, longe das sensações imediatas, potência de mentira e de verdade, por acaso nos fez perder a realidade ou, ao contrário, nos abriu novos planos de existência?” (Lévy, 1999:219). Fica fácil compreender que a Internet não só reafirma essa “virtualidade”, como a eleva à novos patamares muito superiores, sem limites visíveis. Tal fato já havia sido previsto pelo estudioso canadense Marshall McLuhan, quando ele comenta o impacto dos meios elétricos (aos quais, além do rádio, TV e cinema, ele inclui o telefone) sobre a palavra escrita: “Nossos valores ocidentais, baseados na palavra escrita, têm sido consideravelmente afetados pelos meios elétricos, tais como o telefone, o rádio e a televisão” (McLuhan, 1961:101). Agora, novamente, a palavra escrita – base da comunicação jornalística impressa – está sob o impacto de um novo meio, o computador e, em especial, a Internet. Dessa forma, vemos que, mais uma vez, novos patamares são delineados.

Se a escrita leva o Homem além do aqui-agora, a Internet vai além, pois nela não se faz mais sobre um suporte estático e, sim, dinâmico, digital:

Pois o texto contemporâneo alimentando correspondências on-line e conferências eletrônicas, correndo em redes, fluido, desterritorializado, mergulhado no oceano do ciberespaço, esse texto dinâmico reconstitui, mas de outro modo e numa escala infinitamente superior, a copresença da mensagem e de seu contexto vivo que caracteriza a comunicação oral. De novo, os critérios mudam. Reaproximam-se daqueles do diálogo ou conversação: pertinência em função do momento, dos leitores e dos lugares virtuais (Lévy, 1996:39).

Fica claro, então, que o texto flui na Internet numa escala muito maior que sobre um suporte estático, pois, na grande rede, ele passa de um simples texto a um texto dinâmico e sempre reconstituído, já que está dentro do palco da inteligência coletiva que é a aquela construída pela coletividade da Internet. Porém, além do texto em si, Lévy nos fala a respeito do próprio ato de ler:

Na verdade é somente na tela, ou em outros dispositivos interativos, que o leitor encontra a nova plasticidade do texto ou da imagem, uma vez que, como já disse, o texto em papel (ou o filme em película) forçosamente já está realizado por completo. A tela informática é uma nova “máquina de ler”, o lugar onde uma reserva de informação possível vem se realizar por seleção, aqui e agora, para um leitor particular. Toda leitura em computador é uma edição, uma montagem singular (Lévy, 1996:41).

Então, fica evidente que além do texto ser mais fluído e dinâmico quando compartilhado em uma rede interativa, o próprio leitor também se torna mais dinâmico, pois entra em uma máquina de leitura, onde programa o que ler, o que compartilhar. É o leitor quem faz a montagem e a seleção do conteúdo que lhe convém. Assim, sobre a leitura e o suporte digital, Lévy complementa:

Enfim, o suporte digital permite novos tipos de leituras (e de escritas) coletivas. Um continuum variado se estende assim entre a leitura individual de um texto preciso e a navegação em vastas redes digitais no interior das quais um grande número de pessoas anota, aumenta, conecta os textos uns aos outros por meio de ligações hipertextuais (...). Se ler consiste em selecionar, em esquematizar, em construir uma rede de remissões internas ao texto, em associar a outros dados, em integrar as palavras e as imagens a uma memória pessoal em reconstrução permanente, então os dispositivos hipertextuais constituem de fato uma espécie de objetivação, de exteriorização, de virtualização dos processos de leitura (Lévy, 1996:43).

Esclarece-se, nesta passagem, que o hipertexto, texto composto de vários textos diretamente conectados, somado ao hábito de ler através de hipermídias, estende a leitura para um horizonte maior, que compreende a dinâmica da inteligência coletiva. E sobre essa “superioridade” do hipertexto sobre o texto no suporte estático, o autor nos fala:

(...) o suporte digital apresenta uma diferença considerável em relação aos hipertextos anteriores à informática: a pesquisa dos índices, o uso dos instrumentos de orientação, de passagem de um nó para outro, fazem-se com rapidez da ordem de segundos. (...) a digitalização permite associar na mesma mídia e mixar finamente os sons, as imagens animadas e os textos (Lévy, 1996:44).

Então não só o texto em hipermídia estende a leitura humana, ele o faz de maneira mais rápida e eficiente, agregando novos elementos, igualmente dinâmicos, ao texto, tais como imagens, vídeos e sons. Estes ainda podem ser combinados de maneira adequada, agregando novas informações, dinamizando a leitura, a informação e o conhecimento. E, mais, uma vez dispostos em uma rede global, como a Internet, texto e hipertexto perdem suas fronteiras:

Os dispositivos hipertextuais nas redes digitais desterritorializam o texto. Fizeram emergir um texto sem fronteiras nítidas, sem interioridade definível. Não há mais um texto, assim como não há uma água e uma areia, mas apenas água e areia. O texto é posto em movimento, envolvido em fluxo, vetorizado, metafórico. Assim está mais próximo do pensamento, ou da imagem que hoje temos deste. Perdendo sua afinidade com as idéias imutáveis que supostamente dominaram o mundo sensível, o texto torna-se análogo ao universo de processos ao qual se mistura (Lévy, 1996:48).

O hipertexto na Internet, diferentemente do texto estático – limitado às margens de um papel, às páginas de um livro, às prateleiras de uma biblioteca e/ou um acervo de jornal –, é parte de um grande mar, composto de todas as redes e informações nele dispostos. No ponto de vista de um jornal diário, poderíamos entender que este se limita às suas páginas, à sua presente edição, enquanto na Internet o webjornal se estende em um mar de conexões que trazem informações e conhecimentos que jamais poderiam ser dispostos em uma ou mais edições de um texto limitado. Em suma, o webjornal também pode ser considerado desterritorializado, ao passo que o jornal diário fica limitado em si mesmo, ao seu número de páginas e, em termos de abrangência, ao seu campo de distribuição e número de impressões.

Outro autor que analisa a capacidade do hipertexto como uma nova forma de leitura e fluência da informação é o professor doutor em Sociologia, André L. M. Lemos (Universite de Paris V – França /UFBA – Brasil), que o relaciona com as novas possibilidades de interação do leitor com esse “texto vivo”:

Um hypertexto é um texto aberto a múltiplas conexões a outros hypertextos. Com os hypertextos, é a figura do leitor que se vê substituída pela do “netsurfista”. Esse não é mais um simples leitor, mas um ator, um autor e um agente de interação com as interfaces do ciberespaço (Laurel, B. Computer as theater. Addison-Wesley, 1993). O ciberespaço é assim um conjunto de hypertextos interligados entre si onde podemos adicionar, retirar e modificar partes desse texto vivo (Lemos, em http://www.futuro.eng.br/ciber.html, 11/07/2008).

Na obra Uma história social da mídia dos estudiosos norte-americanos Asa Briggs e Peter Burke, os autores descrevem com profundidade a evolução comunicacional do Homem desde o surgimento da prensa gráfica. Um capítulo inteiro é dedicado à “vaporização da comunicação”(“Do vapor à eletricidade” in Burke &amp; Briggs, 2002:111-126), mostrando como a tecnologia do vapor, que viabilizou trens, navios e maquinários diversos, expandiu assombrosamente o poder comunicativo do Homem, quebrando diversas barreiras físicas que o limitavam, com impactos sem precedentes para a evolução da mídia e do jornalismo. Agora, pelas palavras de Lévy, é possível se perceber que a Internet - a conexão/binarização de várias redes comunicacionais mundo afora - expande com furor essa fronteira à novos níveis cujos limites são impossíveis de se predizer. Estamos novamente em meio a uma vaporização comunicacional.

Referências Bibliográficas:

BURKE, Peter e BRIGGS, Asa. Uma história social da mídia. De Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
COSTA BISNETO, Pedro Luiz de Oliveira. Internet, Jornalismo e Weblog: a Nova Mensagem. Estudos Contemporâneos de Novas Tendências Comunicacionais Digitais. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Faculdade Cásper Líbero, 2008.
_________. Paris Ring, Présentacion: La Nuit de Boxe: Pierre Lévy X Jean Baudrillard. Avec l'arbitrage de Marshall McLuhan. Monografia. São Paulo: Faculdade Cásper Líbero, 2007.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
_________. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 1996.
LEMOS, André. A estrutura antropológica do ciberespaço. http://www.futuro.eng.br/ciber.html, 11/07/2008.
_________. Cibercultura e mobilidade: a era da conexão (2004). http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/cibermob.pdf, 12/09/2008.
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem – (Understanding media). São Paulo. Editora Cultrix. 1964.

Reblog, 20 Mar 2014

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Literatura
Adução - Log Atualizado

Depois de dois meses e mais alguns dias, enfim o processo de revisão inicial do livro "Adução" de Pedroom Lanne chegou ao fim. O processo inclui duas leituras completas da obra abrangendo os aspectos de continuidade da narrativa e sua respectiva fonabilidade, o que inclui uma leitura em voz alta. Também foram revisados diversos termos utilizados no texto conforme as novas normas da Língua Portuguesa, além da criação de um resumo dos capítulos e um glossário de neologismos e estrangeirismos utilizados no decorrer da história.

Gregnoll

Por fim, as imagens do livro foram submetidas a arte-final, incluindo a ilustração base da obra vista acima. Criada pelo artista Kamikaze Leite e finalizada digitalmente pelo autor.

Pendem ainda as tarefas de montagem completa do livro, que será divido em três partes, cada qual com cinco capítulos, e a edição do sumário, bibliografia e anexos.

Pedroom Lanne
18 Mar 2014

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Reflexão
A Homossexualização do Mundo e o Fim dos Jornais Impressos

A reflexão a seguir cruza-se com algumas leituras de estudos que são objetos da Comunicação na contemporaneidade (Frederick Jameson e Ciro Marcondes Filho). Trata-se de um fator que remete ao fim do jornal impresso e que chamaremos de “homossexualização do mundo”.

Assistimos, no decorrer do século XX, a esfera pública mediatizada pela mídia transformar-se em uma grande esfera da vida privada. Enquanto alguns estudiosos focam sua energia nos malefícios desse movimento, outros enxergam os benefícios. Um dos grandes e maiores benefícios da esfera da vida privada foi o fortalecimento de uma série de questões ligadas aos direitos humanos sendo que, uma das mais notórias, foi a libertação da mulher. Essa mudança que veio sendo construída ao longo do século passado, evidencia outro fator que vivemos nos presentes dias: a libertação da mulher não liberta somente a mulher, liberta também a mulher que existe dentro dos homens - não por menos ser gay está em alta (e se você é homem tipo machão, é contra os GLS ou homofóbico, então dançou, ou você aceita a nova realidade e a inclusão homossexual, ou você vai morrer tentando nadar contra a maré que cada vez mais ganha força. Ninguém precisa ser gay, mas temos que aceitar o seu livre-arbítrio). Dessa forma, hoje, cada vez mais, o homem e a mulher se tornam muito parecidos, daí dizer que o mundo torna-se homossexual. E, é claro, os próprios homossexuais ganham o seu espaço na sociedade ou, como a história diz, voltam a ocupar o seu espaço na sociedade.

Como consequência dessa homossexualização, o mundo ganha um “toque feminino” e há uma crescente preocupação com a estética que, inclusive, já se torna vetor de valorização para qualquer tipo de negócio, do bar da esquina até, porque não, o jornal da banca. E, focando-se na banca de jornais, talvez seja difícil você adentrá-la e prontamente apontar qual é a publicação esteticamente mais sedutora, mais apresentável (fashionable), mais bonita, mas será fácil apontar qual é a menos: o jornal. Num mundo que, cada vez mais, busca o esplendor através da beleza estética, não haverá meios de uma publicação tão pobre, dentro deste sentido, como o jornal, concorrer com os novos e sedutores meios digitais e seu mundo multimidiático, possuidores de um apelo mais que sedutor, é algo hipnótico e que vai além do design, pois podem ser dinâmicos e personalizados. O próprio suporte do jornal, suas folhas de baixa gramatura, a tinta que suja os dedos, é algo que não condiz com o novo e belo mundo gay que estamos construindo. O jornal impresso é simplesmente feio demais.

Referências Bibliográficas:

JAMESON, Frederick. Pós-modernismo. São Paulo: Ática, 1996.
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão, a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 1992.
POSTER, Mark. Ciberdemocracia: A Internet e a Esfera Pública. http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol13/vol13_markposter.htm, 14/03/2008.

22 Fev 2014

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Ficção-Científica
Adução - Estudo de Capa

Porque você já sabe o que acontece ali, você já sabia que eles existem, apenas não tinha ciência do que existe do outro lado e nem que eles sempre estiveram aqui...

By Pedroom Lanne
Adução - Edição provisória da capa do livro. Post marca data em que o autor completou o texto da obra. Clique aqui e veja mais capas que foram descartadas

Saiba maiores detalhes em post abaixo.


att. Pedroom Lanne
10 Janeiro de 2014

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Homenagem
Nelson Mandela

 

"O dia em que todos os grandes líderes da humanidade forem como Nelson Mandela, será o dia em que desfrutaremos de um mundo evoluído"


Esse é um dos caras! Pois ele próprio não aceitaria ser indicado como "O Cara", mas, com certeza, é um dos poucos caras que deixam nosso mundo cada vez mais órfão e carente.


05 de Dezembro de 2013

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Literatura
Adução

Trace By Guilherme Leite
Como você reagiria se ficasse cara a cara com alienígenas sem chances de fugir?

Obra: Adução
Autor: Pedroom Lanne (vulgo este blogueiro)
Formato: Livro
Gênero: Ficção Científica
Público-Alvo: Humanos com QI mínimo 79, livre para público entre pré-adolescentes a pós-terceira-idade
Linguagem moderada: Abordagem contextualizada contendo morte, cadáveres, sexo, bizarrismo e sobrenatural. Autor recomenda ao leitor completar 11 ou 12 voltas em torno do sol antes de iniciar a leitura
Nº de Páginas: 399

Sinopse:

Uma família está voltando de férias das Bermudas rumo a Miami quando durante o vôo, plin!, algo acontece e eles acabam em outra dimensão, em uma Terra paralela habitada por seres que, ao nosso entender, são extraterrestres, mas, que, no decorrer da narrativa, aprendemos não serem tão diferentes de nós mesmos. Socorridos por tais criaturas, a família inicia um duro aprendizado sobre a nova realidade (que engloba a nossa também), de um mundo descrito por forças quânticas que nós ainda não compreendemos. Assim contextualizada, a obra pode ser observada como uma grande aventura sobre "viagem no tempo", mais uma mirabolante estória criada a partir da física relativista de Albert Einstein e mecânica de Isaac Newton, porém, antes que alguém possa imaginar que cruzar o tempo seja uma grande diversão, pelo contrário, de fato é muito pesaroso, portanto, antes de tudo, a obra vai percorrer a questão psicológica de tal avanço, sendo as teorias de Sigmund Freud e Carl Jung outros elementos que compõem a aventura. Não obstante, transpor esse patamar, como conclama as filosofias de Francisco Xavier e Allan Kardec, impõe um desafio ao espírito.

Além de narrar um mundo futurista altamente tecnológico, a estória se foca na questão da adaptação de uma inteligência inferior a um patamar tão mais evoluído que só pode ser descrito como divino ou alienígena, dessa forma, mais do que uma simples novela de ficção-científica, o enredo vai se colocar como pano de fundo à sátira de nosso mundo atual e tudo aquilo que sob o foco de uma concepção inteligente mais ampla faz de nós humanos do século XXI um mero bando de bárbaros.

att. Pedroom Lanne
18 Setembro de 2013

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Investigative Journalism - Jornalismo investigativo
Tintin, The Reporter, in Chicago - Tintim, o Repórter, em Chicago

PCC Primeiro Comando da Capital de São Paulo Entre! Bom trabalho, Sr. Tintim. Você capturou um perigoso criminoso. Posso pedir para você vir conosco para a delegacia? ... Apenas para cumprir algumas formalidades.... Com prazer. Entre, por favor... Polícia "Isso parece um tanto estranho para mim... Sorte que eu vim preparado e trouxe uma arma..." Por favor, venha comigo, Sr. Tintim, o delegado está esperando você,,, Polícia

Tintim, o Repórter, em Chicago PCC Primeiro Comando da Capital de São Paulo Entre! Bom trabalho, Sr. Tintim. Você capturou um perigoso criminoso. Posso pedir para você vir conosco para a delegacia? ... Apenas para cumprir algumas formalidades.... Com prazer. Entre, por favor... Polícia "Isso parece um tanto estranho para mim... Sorte que eu vim preparado e trouxe uma arma..." Por favor, venha comigo, Sr. Tintim, o delegado está esperando você,,, Polícia Tintin, the reporter in Chicago on the Al Capone's gangster age: once was there, at once is here - O repórter Tintim em Chicago na Era dos Gângster de Al Capone: como era por lá, como é por cá

May the 7th, 2013 - 7 de Maio de 2013

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Futurologia
Exercício de Futurologia: Internet & Jornalismo

“É muito difícil fazer previsões de futuro em se tratando de tecnologia no mundo atual, por isso eu prefiro me abster de falar sobre os rumos do jornalismo dentro dessa nova era da informação”, afirmam reticentemente os blogueiros Marcelo e Lyanne do blog Vida de Viajante. “No mestrado não se faz jogo de adivinhações. Aqui não se estuda futurologia”, diz o Dr. Laan Mendes de Barros, coordenador da pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero (SP). Nós concordamos com todos, mas o que custa perguntar? Depois de tanto se refletir sobre a contemporaneidade em diversos posts, não é demais tentar estender o pensamento para um pouco além: o futuro. Dessa forma, vamos ouvir o que alguns blogueiros nos dizem sobre o futuro – afinal, como cantaria um filósofo da música, ele está “alí logo em frente a esperar pela gente”.

Algumas pessoas, quando falam do futuro, não falam do que acham que irá acontecer, e sim do que esperam que aconteça ou, talvez, do que deveria acontecer. É dessa maneira que se manifesta Pedro Villalobos do blog IssoMesmo!: “A apuração jornalística tem que permanecer, mas a forma de lidar com essa informação vai ter que mudar drasticamente ou as pessoas simplesmente vão abandonar esses meios. Ninguém aguenta mais pautas de jornal baseadas em miséria e crimes”.

Apesar de achar que “isso é um exercício de adivinhação” em função de o cenário atual estar em processo de constante mutação, a jornalista e blogueira Lucia Freitas (LadyBug Brazil) espera que o jornalismo possa “abrir espaço para o leitorado e novos canais de comunicação com o seu público. E seguir apurando notícias, criando conteúdo e informação relevante”, o que, em outras palavras, é dizer que o jornalismo continue o seu curso atual, ganhando novos públicos com o surgimento de novos canais midiáticos, sobretudo neste mundo que “cada vez mais, flui através de linhas conectivas de banda larga, linguagem digital-binária e dispositivos computadorizados miscelâneos”, como dissemos num passado não muito distante [1].

Notas:

[1] Em Costa Bisneto, 2008:7.

Referências Bibliográficas:

COSTA BISNETO, Pedro Luiz de Oliveira. Internet, Jornalismo e Weblog: a Nova Mensagem. Estudos Contemporâneos de Novas Tendências Comunicacionais Digitais. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Faculdade Cásper Líbero, 2008.


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Frases
Frases de Pedroom Lanne,
professor, mestre em Comunicação, botonista, doomer, pensador e escritor

UNIVERSO:
Uma partícula não pode ocupar dois lugares diferentes ao mesmo tempo e sim o mesmo lugar em duas diferentes posições.

Bosón de Higgs é Corinthians!

SEXO:
Viagra natural é bexiga cheia.

Amar é brochar sem culpa.

SABEDORIA:
Só é sábio o homem que envelhece e permanece conectado ao mundo dos jovens.

FUTEBOL:
A única vantagem no futebol é aumentar a vantagem.

TELEVISÃO:
O futuro da TV é ao vivo.

ANIMAIS:
O ser-humano não é apenas mais um animal, os outros seres é que também são humanos.

É fácil defender a posição dos animais quando eles não podem dar a sua opinião.

UFOLOGIA:
Eu vi um OVNI norte-americano.

LIBERDADE:
A imposição da liberdade é a pior das ditaduras.

ESPORTE:
No futuro o único esporte existente será o surf, pois onda é tudo que existe.

Esportes infantis, do tipo "vamos ver quem pula mais, quem corre mais, quem pedala mais, quem nada mais" são de quem se dopa mais.

FELICIDADE:
É o mesmo que comer largas quantidades de açúcar (a tip from the Devil).

MORTE:
Na questão empírica, morrer é necessário para que vivos se alimentem.

A gravidade é a única razão pela qual todos seres vivos morrem.

DEUS:
A idéia de um Deus único é a melhor idéia criada pelos ditadores e tiranos.

TRANSPORTE:
O movimento do automóvel cria uma energia maior que os corpos em seu interior podem suportar.

O dado estatístico que diz que o transporte aéreo é o mais seguro foi criado por uma empresa aérea comercial.

As leis que regem o transporte público viário foram criadas por Isaac Newton.

VIDA:
A vida se reproduz como único meio de se perpetuar diante da força da gravidade.

Vida é ar, pois o ar é a única substância que se levanta diante da gravidade.

FUTURO:
O futuro é a projeção da matéria em um determinado ponto condizente com sua trajetória passada e presente.

Não existe TEMPO, somente horizonte de evento.

A dica de Einstein é que o TEMPO É O ESPAÇO.

ESPAÇO:
O atual estágio da conquista do espaço equivale à Cristóvão Colombo molhando as canelas no mar da Espanha.

domingo, 13 de janeiro de 2013

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