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Tirando para brincar no Carrossel, Holanda goleia França na final da VI Copa do Mundo e conquista o TRI

11 Mar 2010


A Holanda massacrou a França na final da VI Copa do Mundo, sem dar espaço para os le bleus, goleou por 5x1 e chegou a sua terceira conquista, o tão sonhado tri-campeonato mundial. Na verdade, a laranja reconquista o mundial, bi-campeã nas duas primeiras edições e, agora, campeã da 6ª edição. Por ser a primeira seleção à chegar à 3ª conquista, fica com a posse definitiva da Taça Julis Rimet, mais um feito da Laranja que vai para o Hall da Glória da FIFME.

Na França, deprê. O time viu cair sua invencibilidade na Copa justo na hora H, pior, de goleada. No fim, terminou com a melhor campanha - 7 vitórias em 8 jogos - mas sem a tão almejada e ainda inédita taça de campeã mundial. Além do vice, o time gaulês teve de se consolar em terminar com a artilharia da Copa, Zidane ficou com a Chuteira-de-Ouro com 11 gols marcados no mundial.

A final

A partida teve dois tempos distintos, a França dominou a partida na etapa inicial e a Holanda a etapa final. Apesar do domínio na primeira metade, a França mostrou muito nervosismo durante toda partida, errando passes e diversas finalizações. Diz-se, nas más línguas, que o time francês "tremeu" quando se viu diante das argolas laranjas e assim acabou sucubindo na decisão.

O maior exemplo disso se deu logo no pontapé inicial do jogo, quando Zidane entregou a bola para o time holandês. Embora não tenha tomado o gol logo na saída, ele veio pouco após, depois de mais uma entregada de Zidane na qual a bola terminou em posse de Jongbloed. O goleiro holandês, então, armou o contra-ataque na qual a bola sobrou para a finalização de Cruijff da entrada do bico da grande área à 1m12s, 1x0, estava aberto o caminho para o tri.

França 1x5 Holanda
O placar final da Copa do Mundo

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O pôster da laranja Tri-Campeã Mundial

Mais sobre a VI Copa do Mundo:

Ao menos no início, a França ainda demontrou força para brigar pelo inédito título. Sem esmorecer com o gol sofrido, buscou o empate com Platini, depois que Zidane roubou uma bola e armou a jogada do time gaulês, à 3m32s. À partir do gol, os le bleus dominaram as ações da partida, tiveram várias oportunidades para virar o marcador, entretando esbarraram no goleiro Jongbloed, que fez grande atuação, e no próprio nervosismo, desperdiçando várias finalizações. Em uma das poucas subidas para o ataque, no último lance da primeira etapa, a Holanda conseguiu armar boa trama pela direita e, da mesma posição do tento anterior, fez 2x1 com Rep, à 9m54s, à apenas 6 segundos do apito do árbitro, o brasileiro Dulcídio Wanderley Boschilla.

O gol nos segundos finais do 1º tempo parece ter sido um duro golpe para a França, do qual o time parece não mais ter se recobrado. O time da Gália voltou psicológicamente abalado para a etapa complementar e fez péssima partida. Ameaçando pouco a meta laranja, viu sua adversária crescer e dominar completamente a metade final da final. Em mais um contra-ataque, no qual a França simplesmente entregou a bola para a Laranja, o zagueirão Rigsbergen apareceu para finalizar e marcar o 3º do time, à 13m28s. À partir daí, a França somente assistiu a Holanda passear em campo e construir a sua goleada. Do 3º gol em diante, o que se viu em campo foi um show holandês, típico dos idos do carrossel - época em que o time conquistou o bi-mundial -, nem se lembrava mais que a Holanda desta Copa foi o time do pragmatismo, do futebol força, o time mais violento do mundial.

No desepero francês, Bossis cometou falta na meia-lua do goleiro Castaneda, na cobrança, Van Hanegen bateu com força no travessão, a bola subiu, pingou no chão, bateu na trave e, com o goleiro francês caído, sobrou limpa e açucarada para Resembrink estufar a rede: à 18m50s era o gol do tri holandês. Mas a Holanda ainda achou tempo para marcar mais um, da mesma forma como no final da etapa anterior, marcou boa trama na última descida da equipe na qual a bola ficou limpa para Cruijff finalizar pelo meio próximo à meia-lua francesa e marcar o gol de misericórdia, à 19m45s. O gol premiou a excelente atuação do craque holandês, além de marcar o tento que abrira o caminho para a conquista do tri, Cruijff comandou a laranja durante todo o jogo, assim, após o término da partida e a conquista consumada, o lendário camisa 14 holandês recebeu o prêmio de Bola-de-Ouro, sendo assim, consagrado como o melhor jogador da Copa. O prêmio foi justo para aquele que comandou a equipe não só da final, mas durante todo mundial, sendo o artilheiro do time com 9 gols, entretanto, injusto para um jogador que, em duas oportunidades na competição, fora expulso de campo por cometer faltas violentas. Para sorte dele e dos seus fãs, com a bela atuação na final, acabou compensando seu lado viril e com um belo futebol, um futebol digno de um time tri-campeão mundial.

No apito do árbitro, festa laranja, como há muito tempo não se via na FIFME, desde a época do bi - época na qual a federação ainda se intitulava FIFA. Não há como descrever com palavras o êxtase do time e da torcida, que invadiu o gramado do estádio Nacional, e fez uma festa que se extendeu para toda Santiago e atravessou o Atlântico até os Países Baixos. Mesmo que poucos pudessem acreditar, a Holanda - justíssimamente - é, a partir de agora e para todo o sempre, tri-campeã mundial. Veja abaixo as fotos da final e as inesquecíveis imagens da festa e da conquista holandesa, a única descrição que podem fazer júz a este épico final de mais um mundial.

A TV FIFME, que cobriu a derradeira partida de forma magistral, com cobertura do VT completo da partida, além de celebrar o evento final da Copa, celebrou a marca de sua 100ª transmissão, o que não poderia se dar de forma mais sensacional, a marca atingida no maior e centenário broadcast da emissora.

Novos Rankings: Holanda re-assume o topo no Ranking das Copas, e também o do mais novo Ranking de Títulos das Copas

Após o término da Copa, a FIFME, como previsto em seu regulamento, publicou novos rankings, incluíndo o principal, o Ranking de Inverno (o "inverno" da FIFME refere-se à este momento específico do Grand Slam, ou seja, a pontuação das seleções ao término da Copa do Mundo). No Ranking das Copas, a Holanda retomou a liderança que lhe pertencia desde a 1ª Copa e lhe fora roubada na última, ocasião na qual a Itália se igualou à Laranja chegando ao bi-mundial. A federação também publicou um novo ranking, o Ranking de Títulos das Copas, que inclui a pontuação de todas seleções que já chegaram entre os 3 primeiros colocados em todas as Copas. Com o tri-campeonato, a Holanda, óbviamente, também lidera este novo ranking seguida de Itália e Brasil, as nações que já foram campeãs mundiais. A Holanda também assumiu a liderança no Ranking de Títulos geral da FIFME e na pontuação de momento da Corrida dos Campeões do VII Grand Slam.

Infelizmente para a Laranja, o tri não foi suficiente para galgá-la novamente ao topo do Ranking Oficial da FIFME, mas o time ultrapassou a Alemanha e colou no ainda líder Brasil. A Itália se manteve em 4º lugar. Outras seleções que tiveram bom desempenho na Copa também se destacaram no novo ranking, a Grécia - campeã do Torneio de Consolação -, por exemplo, subiu para a 12ª colocação e a França - vice-campeã -, alcançou o 5º lugar.

A FIFME aproveitou a ocasião para atualizar também o Ranking de Vitórias - agora editado de forma datada -, de clubes e seleções. No âmbito de seleções, a Alemanha perdeu sua até então supremacia e foi, depois de 26 anos, ultrapassada pelo Brasil. Entre os clubes, o então líder Vasco da Gama agora divide a liderança em número de vitórias com os blues do Chelsea.

Por fim, também obedecendo ao novo formato do ranking de vitórias, foi atualizado o Ranking de Gols, que igualmente engloba seleções e clubes. Novamente, a Alemanha viu sua supremacia de 26 anos ser vencida pelo Brasil que, assim, passa a ser o time, além de mais vitorioso, o mais goleador da FIFME neste novo e inédito momento. Brasil e Alemanha ainda são as únicas seleções que já ultrapassaram a marca dos mil gols. Entre os clubes, o Vasco da Gama retomou a liderança que havia lhe sido roubada no final de 2009 pelo Chelsea, que fica na segunda posição.


Fotos da Final da VI Copa do Mundo

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Na preliminar, a disputa de 3º Lugar entre Brasil e Itália A Final mais esperada dentre todas: é Copa do Mundo França e Holanda perfiladas para a execução dos hinos nacionais

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As recompensas em jogo: a Taça Julis Rimet e os troféus de Bola-de-Ouro e Chuteira-de-Ouro As equipes prontas para o pontapé inicial O score da Copa do Mundo

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Time e torcida festejando no dia em que ser um laranja virou elogio

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A Holanda, a taça e o placar da consagração Pôster da França vice-campeã mundial O podium final da Copa do Mundo: 1º Holanda; 2º França; 3º Itália; 4º Brasil

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Festa holandesa no podium Zidane, chuteira-de-ouro (artilheiro da Copa do 11 gols), ao lado de Cruijff, bola-de-ouro, eleito o melhor jogador do mundial Cópia da súmula do árbitro da grande decisão, o brasileiro Dulcídio Wanderley Boschilla

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